Sobre a Partida
Em 11 de junho de 1958, na acolhedora Halmstad, na Suécia, o ar estava denso, carregado não apenas com a expectativa de um jogo, mas com o peso do destino para uma das seleções mais badaladas da América do Sul. A Argentina, que chegara à Suécia como bicampeã da Copa América (1957) e dona de um futebol vistoso, havia sido brutalmente atropelada pela Alemanha Ocidental na estreia (3-1). Suas esperanças, e a confiança de uma nação, estavam em frangalhos. Do outro lado, a Irlanda do Norte, uma equipe aguerrida e surpreendente, vinha de um empate contra a Tchecoslováquia. Era um confronto de "vida ou morte" no Grupo 1.
A "Albiceleste", sob o comando do lendário Guillermo Stábile, precisava desesperadamente mostrar seu valor. Em campo, nomes como o goleiro Amadeo Carrizo, o volante Eliseo Mouriño e, principalmente, o indomável ponta-direita Omar Corbatta, "El Duende", eram a esperança. E foi Corbatta quem acalmou os ânimos argentinos, convertendo um pênalti com sua maestria habitual, abrindo o placar. No entanto, a Irlanda do Norte não era de se render facilmente. Com um espírito de luta invejável, liderados por jogadores como Danny Blanchflower e Peter McParland, eles reagiram. Foi McParland, o artilheiro, quem calou momentaneamente a torcida argentina ao empatar a partida, reacendendo o pesadelo da eliminação precoce. Mas a Argentina, mesmo oscilante, possuía lampejos de gênio. Menéndez restaurou a vantagem, mostrando oportunismo e a resiliência que faltara na estreia. E para selar a vitória por 3 a 1, o jovem Ludovico Avio balançou as redes, garantindo um alívio momentâneo para a equipe sul-americana. A vitória manteve a chama argentina acesa, embora brevemente, em um torneio que, para eles, seria mais tarde lembrado como a "tragédia de Suécia".
A "Albiceleste", sob o comando do lendário Guillermo Stábile, precisava desesperadamente mostrar seu valor. Em campo, nomes como o goleiro Amadeo Carrizo, o volante Eliseo Mouriño e, principalmente, o indomável ponta-direita Omar Corbatta, "El Duende", eram a esperança. E foi Corbatta quem acalmou os ânimos argentinos, convertendo um pênalti com sua maestria habitual, abrindo o placar. No entanto, a Irlanda do Norte não era de se render facilmente. Com um espírito de luta invejável, liderados por jogadores como Danny Blanchflower e Peter McParland, eles reagiram. Foi McParland, o artilheiro, quem calou momentaneamente a torcida argentina ao empatar a partida, reacendendo o pesadelo da eliminação precoce. Mas a Argentina, mesmo oscilante, possuía lampejos de gênio. Menéndez restaurou a vantagem, mostrando oportunismo e a resiliência que faltara na estreia. E para selar a vitória por 3 a 1, o jovem Ludovico Avio balançou as redes, garantindo um alívio momentâneo para a equipe sul-americana. A vitória manteve a chama argentina acesa, embora brevemente, em um torneio que, para eles, seria mais tarde lembrado como a "tragédia de Suécia".
Gols
3'
Mc Parland
38'
Corbatta
55'
Menendez
59'
Avio
Escalações
Argentina
Titulares
-
Rossi
MEI
-
Carrizo
GOL
-
Menendez
ATA
-
Avio
ATA
-
Labruna
ATA
-
Dellacha
MEI
-
Vairo
DEF
-
Stabile
TEC
-
Boggio
ATA
-
Lombardo
DEF
-
Corbatta
ATA
-
Varacka
VOL
Irlanda do Norte
Titulares
-
Gregg
GOL
-
Cush
ATA
-
Mc Parland
ATA
-
Bingham
MEI
-
Peacock
MEI
-
Mc Ilroy
MEI
-
Blanchflower
MEI
-
Keith
MEI
-
Mc Michael
DEF
-
Cunningham
DEF
-
Peter Doherty
TEC
-
Coyle
ATA
Arbitragem
Árbitro
Ahlner