Sobre a Partida
Sunderland, 13 de julho de 1966. O ar estava carregado não apenas com a expectativa da Copa do Mundo, mas com a memória pungente da "Batalha de Santiago". Quatro anos após a infame carnificina no Chile, Itália e Chile se reencontravam em Roker Park, em um confronto que era muito mais do que três pontos no Grupo 4. A Azzurra, liderada por astros como Sandro Mazzola e o elegante Giacinto Facchetti, sentia o peso da revanche, enquanto os chilenos, com Leonel Sánchez ainda em campo, buscavam reafirmar sua garra.
A tensão explodiu cedo. Aos 8 minutos, Sandro Mazzola, o talentoso filho de Valentino, furou a defesa chilena com sua velocidade e precisão, marcando o primeiro gol e liberando um grito de alívio nas fileiras italianas. O gol incendiou o jogo, com os chilenos lutando bravamente, mas sem conseguir superar a solidez defensiva italiana, ancorada por Tarcisio Burgnich. O duelo no meio-campo era feroz, um embate de vontades que refletia a história recente entre as nações.
Enquanto o relógio avançava e o Chile se lançava ao ataque em busca do empate, a Itália segurava o resultado com uma disciplina tática exemplar. E, como um golpe final dramático, Giacomo Bulgarelli, perto do apito final aos 88 minutos, selou a vitória por 2 a 0. Não foi uma revanche sangrenta, mas uma afirmação tática e técnica da Itália, que deixava Sunderland com uma vitória crucial e a sensação de que, finalmente, a paz havia sido declarada — ou, pelo menos, uma trégua — no campo de batalha.
A tensão explodiu cedo. Aos 8 minutos, Sandro Mazzola, o talentoso filho de Valentino, furou a defesa chilena com sua velocidade e precisão, marcando o primeiro gol e liberando um grito de alívio nas fileiras italianas. O gol incendiou o jogo, com os chilenos lutando bravamente, mas sem conseguir superar a solidez defensiva italiana, ancorada por Tarcisio Burgnich. O duelo no meio-campo era feroz, um embate de vontades que refletia a história recente entre as nações.
Enquanto o relógio avançava e o Chile se lançava ao ataque em busca do empate, a Itália segurava o resultado com uma disciplina tática exemplar. E, como um golpe final dramático, Giacomo Bulgarelli, perto do apito final aos 88 minutos, selou a vitória por 2 a 0. Não foi uma revanche sangrenta, mas uma afirmação tática e técnica da Itália, que deixava Sunderland com uma vitória crucial e a sensação de que, finalmente, a paz havia sido declarada — ou, pelo menos, uma trégua — no campo de batalha.
Gols
8'
Mazzola
88'
Barison
Escalações
Itália
Titulares
-
Rivera
ATA
-
Mazzola
MEI
-
Burgnich
DEF
-
Facchetti
DEF
-
Rosato
MEI
-
Edmondo Fabbri
TEC
-
Barison
ATA
-
Perani
ATA
-
Bulgarelli
ATA
-
Salvadore
DEF
-
Lodetti
ATA
-
Albertosi
GOL
Chile
Titulares
-
Fouilloux
MEI
-
Luis Alamos
TEC
-
Tobar
ATA
-
Sanchez
ATA
-
Olivares
GOL
-
Cruz
DEF
-
Figueroa
DEF
-
Villanueva
DEF
-
Prieto
MEI
-
Marcos
MEI
-
Araya
ATA
-
Eyzaguirre
DEF
Arbitragem
Árbitro
Dienst