Sobre a Partida
Mar del Plata, 7 de junho de 1978. O Estádio José María Minella fervilhava com a expectativa da estreia brasileira na Copa do Mundo da Argentina. A Seleção, buscando reconquistar o brilho após a era Pelé, enfrentava a aguerrida Espanha em um duelo que prometia fogo e que foi, surpreendentemente, um intrincado xeque-mate sem gols. Desde o apito inicial, ficou claro que seria uma batalha tática. A Fúria, com o talentoso Juanito e o artilheiro Santillana à frente, mostrava sua força, mas a zaga brasileira, comandada pelo experiente Leão no gol, se mantinha firme.
O Brasil, com Zico orquestrando o meio-campo e Roberto Dinamite rondando a área, teve suas chances. Zico, em uma cobrança de falta magistral, fez a bola beijar a trave superior, antes de o lendário goleiro Arconada espalmar para escanteio em um voo espetacular que parou o coração de milhões. Roberto Dinamite, em outra ocasião, viu uma cabeçada crucial ser defendida na linha. Do outro lado, Leão também teve seus momentos de glória, neutralizando investidas perigosas dos espanhóis, mostrando que era um dos melhores da época.
A tensão era palpável a cada minuto. Rivelino, já uma lenda, embora não estivesse no auge, tentava ditar o ritmo ao lado de Dirceu, mas a defesa ibérica, bem postada, não cedia. O 0 a 0 final deixou um gosto amargo para os brasileiros, que viam na vitória um passo fundamental na complexa “Copa do Apito Amigo”. Foi um empate frustrante para a Canarinho, um aviso de que aquela Copa seria de suor e sangue.
O Brasil, com Zico orquestrando o meio-campo e Roberto Dinamite rondando a área, teve suas chances. Zico, em uma cobrança de falta magistral, fez a bola beijar a trave superior, antes de o lendário goleiro Arconada espalmar para escanteio em um voo espetacular que parou o coração de milhões. Roberto Dinamite, em outra ocasião, viu uma cabeçada crucial ser defendida na linha. Do outro lado, Leão também teve seus momentos de glória, neutralizando investidas perigosas dos espanhóis, mostrando que era um dos melhores da época.
A tensão era palpável a cada minuto. Rivelino, já uma lenda, embora não estivesse no auge, tentava ditar o ritmo ao lado de Dirceu, mas a defesa ibérica, bem postada, não cedia. O 0 a 0 final deixou um gosto amargo para os brasileiros, que viam na vitória um passo fundamental na complexa “Copa do Apito Amigo”. Foi um empate frustrante para a Canarinho, um aviso de que aquela Copa seria de suor e sangue.
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Nelinho
LAT
-
Dirceu
MEI
-
Zico
MEI
-
Toninho Baiano
LAT
-
Edinho
DEF
-
Batista
MEI
-
Oscar
DEF
-
Emerson Leão
GOL
-
Cláudio Coutinho
TEC
-
Amaral
DEF
-
Reinaldo
ATA
-
Toninho Cerezo
MEI
Reservas
-
Gil
ATA
-
Jorge Mendonça
MEI
Espanha
Titulares
-
Juanito
ATA
-
Uria
DEF
-
Asensi
MEI
-
Leal
MEI
-
Cardenosa
MEI
-
San Jose
MEI
-
Migueli
DEF
-
Marcelino
DEF
-
Miguel Angel
GOL
-
Ladislao Kubala
TEC
-
Santillana
ATA
-
Olmo
DEF
Reservas
-
Guzman
DEF
-
Biosca
DEF
Arbitragem
Árbitro
Gonella