Sobre a Partida
O "sol de Córdoba" testemunhou, em 18 de junho de 1978, um clássico eletrizante que transcendeu o futebol: Alemanha Ocidental contra a Holanda. Quatro anos após a final de Munique, a revanche pairava no ar. A Laranja Mecânica, órfã da genialidade de Cruyff, buscava redenção, enquanto os alemães defendiam sua coroa, mesmo sem o líbero Beckenbauer em campo. Era a segunda fase da Copa, e a tensão era palpável no Estádio Chateau Carreras.
O jogo começou com um ímpeto surpreendente da Alemanha. Aos 3 minutos, Rüdiger Abramczik aproveitou a desorganização defensiva holandesa e abriu o placar, silenciando os torcedores laranjas. Mas a resposta holandesa, com Ruud Krol e Johnny Rep a ditar o ritmo, não tardou. Aos 27 minutos, Arie Haan, em um de seus famosos petardos de média distância, igualou o marcador, com Sepp Maier vendo a bola estufar suas redes.
A segunda etapa elevou o drama a outro nível. Numa partida física, a Alemanha parecia tomar as rédeas novamente. Aos 70 minutos, Dieter Müller, com seu oportunismo letal, colocou os campeões mundiais à frente, reacendendo a esperança germânica de avançar. No entanto, a Holanda jamais desiste. Quando o apito final parecia iminente, aos 82 minutos, René van de Kerkhof, com frieza, encontrou as redes, selando o empate por 2 a 2. Um resultado que manteve ambos os gigantes com o destino em aberto, um testemunho da rivalidade e do futebol de alto nível daquela era.
O jogo começou com um ímpeto surpreendente da Alemanha. Aos 3 minutos, Rüdiger Abramczik aproveitou a desorganização defensiva holandesa e abriu o placar, silenciando os torcedores laranjas. Mas a resposta holandesa, com Ruud Krol e Johnny Rep a ditar o ritmo, não tardou. Aos 27 minutos, Arie Haan, em um de seus famosos petardos de média distância, igualou o marcador, com Sepp Maier vendo a bola estufar suas redes.
A segunda etapa elevou o drama a outro nível. Numa partida física, a Alemanha parecia tomar as rédeas novamente. Aos 70 minutos, Dieter Müller, com seu oportunismo letal, colocou os campeões mundiais à frente, reacendendo a esperança germânica de avançar. No entanto, a Holanda jamais desiste. Quando o apito final parecia iminente, aos 82 minutos, René van de Kerkhof, com frieza, encontrou as redes, selando o empate por 2 a 2. Um resultado que manteve ambos os gigantes com o destino em aberto, um testemunho da rivalidade e do futebol de alto nível daquela era.
Gols
3'
Abramczik
27'
Haan
70'
Dieter Mueller
84'
Van De Kerkhof
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Helmut Schoen
TEC
-
Dieter Mueller
ATA
-
Abramczik
ATA
-
Beer
MEI
-
Dietz
DEF
-
Ruessmann
DEF
-
Kaltz
DEF
-
Rummenigge
ATA
-
Maier
GOL
-
Berti Vogts
DEF
-
Bonhof
MEI
-
Hoelzenbein
ATA
Holanda
Titulares
-
Rensenbrink
ATA
-
Krol
DEF
-
Brandts
DEF
-
Schrijvers
GOL
-
Poortvliet
DEF
-
Wildschut
DEF
-
Happel
TEC
-
Haan
MEI
-
Jansen
MEI
-
Rep
ATA
-
Van De Kerkhof
ATA
Reservas
-
Nanninga
MEI
Arbitragem
Árbitro
Barreto Ruiz
Árbitro
Barreto Ruiz