Sobre a Partida
Rosário, 18 de junho de 1978. No Estádio Gigante de Arroyito, a atmosfera era eletrizante, carregada não apenas pela rivalidade ancestral entre Brasil e Argentina, mas pela imensa pressão de uma nação anfitriã sob um regime militar sedenta por glória. O que se desenrolou naquele dia foi menos um espetáculo de gols e mais uma intensa "Batalha de Rosário", um clássico visceral que definiria o destino de duas superpotências sul-americanas na Copa do Mundo.
Desde o apito inicial, a partida foi um embate tático e físico. A Seleção Brasileira, com a genialidade de Zico no meio-campo e a velocidade de Dirceu, tentava quebrar a impenetrável defesa argentina, capitaneada pelo implacável Daniel Passarella e guardada pelo lendário goleiro Ubaldo Fillol, uma verdadeira muralha. Do lado albiceleste, Mario Kempes corria incansavelmente, buscando brechas, mas a retaguarda brasileira, com Leão seguro no gol e a experiência de Amaral, não cedia.
Lances duros, divididas intensas. Zico teve uma de suas poucas chances claras, parando nas mãos firmes de Fillol. Kempes, por sua vez, foi neutralizado pela marcação cerrada. O placar permaneceu imaculado, 0 a 0, um reflexo da paridade e da cautela mútua. Nenhuma equipe ousou se expor ao contra-ataque mortal do adversário. Um empate sem gols que, embora não tenha satisfeito ninguém, elevou a tensão para as rodadas seguintes da Copa, deixando o caminho para a final em aberto e repleto de controvérsia.
Desde o apito inicial, a partida foi um embate tático e físico. A Seleção Brasileira, com a genialidade de Zico no meio-campo e a velocidade de Dirceu, tentava quebrar a impenetrável defesa argentina, capitaneada pelo implacável Daniel Passarella e guardada pelo lendário goleiro Ubaldo Fillol, uma verdadeira muralha. Do lado albiceleste, Mario Kempes corria incansavelmente, buscando brechas, mas a retaguarda brasileira, com Leão seguro no gol e a experiência de Amaral, não cedia.
Lances duros, divididas intensas. Zico teve uma de suas poucas chances claras, parando nas mãos firmes de Fillol. Kempes, por sua vez, foi neutralizado pela marcação cerrada. O placar permaneceu imaculado, 0 a 0, um reflexo da paridade e da cautela mútua. Nenhuma equipe ousou se expor ao contra-ataque mortal do adversário. Um empate sem gols que, embora não tenha satisfeito ninguém, elevou a tensão para as rodadas seguintes da Copa, deixando o caminho para a final em aberto e repleto de controvérsia.
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Dirceu
MEI
-
Chicão
MEI
-
Toninho Baiano
LAT
-
Batista
MEI
-
Oscar
DEF
-
Emerson Leão
GOL
-
Cláudio Coutinho
TEC
-
Roberto Dinamite
ATA
-
Amaral
DEF
-
Rodrigues Neto
MEI
-
Jorge Mendonça
MEI
-
Gil
ATA
Reservas
-
Zico
MEI
-
Edinho
DEF
Argentina
Titulares
-
Galvan
DEF
-
Ortiz
ATA
-
Tarantini
DEF
-
Bertoni
ATA
-
Olgun
DEF
-
Fillol
GOL
-
César Luis Menotti
TEC
-
Daniel Passarella
DEF
-
Kempes
ATA
-
Luque
ATA
-
Americo Gallego
MEC
-
Ardiles
MEI
Reservas
-
Villa
MEI
-
Alonso
MEI
Arbitragem
Árbitro
Karolai Palotai
Árbitro
Karolai Palotai