Parque Gal. San Martin - Outros, Ou, os
Sobre a Partida
Mendoza, 21 de junho de 1978. O ar andino estava carregado de expectativa e pressão para a Seleção Brasileira. No palco do Estádio Malvinas Argentinas, o Brasil enfrentava a aguerrida Polônia, terceira colocada na Copa anterior e uma força emergente do Leste Europeu, num confronto crucial pela segunda fase da Copa do Mundo. A vitória era imperativa para os comandados de Cláudio Coutinho manterem vivo o sonho do tetra, enquanto a sombra da “camisa 10” argentina, que jogaria mais tarde, já pairava.
O Brasil começou elétrico. Aos 12 minutos, Nelinho, o lateral-direito com um canhão na perna, abriu o placar com um chute indefensável, fazendo a torcida vibrar. No entanto, a Polônia de Kazimierz Deyna e Grzegorz Lato não se entregava. Lato, o artilheiro da Copa de 74, provou seu faro de gol ao empatar a partida nos acréscimos do primeiro tempo, silenciando parte da arquibancada e reacendendo os fantasmas brasileiros.
Mas o segundo tempo reservava a redenção. Roberto Dinamite, o centroavante vascaíno, emergiu como o herói improvável. Aos 57 minutos, aproveitou um rebote para recolocar o Brasil à frente. Pouco depois, aos 63, em uma jogada de pura raça e oportunismo, Dinamite selou o placar em 3 a 1, confirmando sua noite de brilho e as esperanças do Brasil. Zico, que entrou no lugar de Mendonça, adicionou mais criatividade ao meio-campo. A vitória suada era um alívio, um passo firme, mas a corrida pelo título ainda seria uma odisseia.
O Brasil começou elétrico. Aos 12 minutos, Nelinho, o lateral-direito com um canhão na perna, abriu o placar com um chute indefensável, fazendo a torcida vibrar. No entanto, a Polônia de Kazimierz Deyna e Grzegorz Lato não se entregava. Lato, o artilheiro da Copa de 74, provou seu faro de gol ao empatar a partida nos acréscimos do primeiro tempo, silenciando parte da arquibancada e reacendendo os fantasmas brasileiros.
Mas o segundo tempo reservava a redenção. Roberto Dinamite, o centroavante vascaíno, emergiu como o herói improvável. Aos 57 minutos, aproveitou um rebote para recolocar o Brasil à frente. Pouco depois, aos 63, em uma jogada de pura raça e oportunismo, Dinamite selou o placar em 3 a 1, confirmando sua noite de brilho e as esperanças do Brasil. Zico, que entrou no lugar de Mendonça, adicionou mais criatividade ao meio-campo. A vitória suada era um alívio, um passo firme, mas a corrida pelo título ainda seria uma odisseia.
Gols
12'
Nelinho
45'
Lato
57'
Roberto Dinamite
63'
Roberto Dinamite
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Nelinho
LAT
-
Gil
ATA
-
Dirceu
MEI
-
Zico
MEI
-
Toninho Baiano
LAT
-
Batista
MEI
-
Oscar
DEF
-
Amaral
DEF
-
Toninho Cerezo
MEI
-
Roberto Dinamite
ATA
-
Cláudio Coutinho
TEC
-
Emerson Leão
GOL
Reservas
-
Rivelino
MEI
-
Jorge Mendonça
MEI
Polônia
Titulares
-
Kukula
GOL
-
Maculewicz
DEF
-
Jacek Gmoch
TEC
-
Nawalka
MEI
-
Boniek
ATA
-
Lato
ATA
-
Szarmach
ATA
-
Kasperczak
MEI
-
Deyna
MEI
-
Szymanowski
DEF
-
Zmuda
DEF
-
Gorgon
DEF
Reservas
-
Lubanski
ATA
Arbitragem
Árbitro
Silvagno
Árbitro
Silvagno