Sobre a Partida
O ano era 1982. Na ensolarada Gijón, a todo-poderosa Alemanha Ocidental, bicampeã mundial e favorita com um elenco recheado de estrelas como Karl-Heinz Rummenigge e Paul Breitner, preparava-se para sua estreia na Copa do Mundo contra a estreante Argélia. A expectativa era de uma vitória fácil, um mero aquecimento para os gigantes europeus. No entanto, o Estádio El Molinón testemunharia um dos maiores "David contra Golias" da história do futebol.
Os "Raposas do Deserto", subestimados e destemidos, chocaram o mundo. No segundo tempo, Rabah Madjer, com uma finalização precisa, abriu o placar, silenciando a torcida alemã e incendiando a esperança argelina. A Alemanha, abalada, buscou o empate através de seu artilheiro Rummenigge, que balançou as redes, parecendo restaurar a ordem natural das coisas. Mas a Argélia tinha outros planos. Em um contra-ataque fulminante, Lakhdar Belloumi marcou o gol decisivo, recolocando os africanos na frente.
O apito final ecoou como um trovão. O placar de 2 a 1 para a Argélia não era apenas um resultado; era um manifesto, uma declaração de que no futebol, a paixão e a ousadia podem superar qualquer prognóstico. Foi uma vitória que ressoou globalmente, a primeira de uma seleção africana sobre uma europeia em Copas, e que deixou a Alemanha perplexa, marcando a história como um dos maiores choques do Mundial.
Os "Raposas do Deserto", subestimados e destemidos, chocaram o mundo. No segundo tempo, Rabah Madjer, com uma finalização precisa, abriu o placar, silenciando a torcida alemã e incendiando a esperança argelina. A Alemanha, abalada, buscou o empate através de seu artilheiro Rummenigge, que balançou as redes, parecendo restaurar a ordem natural das coisas. Mas a Argélia tinha outros planos. Em um contra-ataque fulminante, Lakhdar Belloumi marcou o gol decisivo, recolocando os africanos na frente.
O apito final ecoou como um trovão. O placar de 2 a 1 para a Argélia não era apenas um resultado; era um manifesto, uma declaração de que no futebol, a paixão e a ousadia podem superar qualquer prognóstico. Foi uma vitória que ressoou globalmente, a primeira de uma seleção africana sobre uma europeia em Copas, e que deixou a Alemanha perplexa, marcando a história como um dos maiores choques do Mundial.
Gols
54'
Madjer
67'
Rummenigge
68'
Belloumi
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Breitner
DEF
-
Hrubesch
ATA
-
Kaltz
DEF
-
Stielike
DEF
-
Dremmler
DEF
-
Jupp Derwall
TEC
-
Rummenigge
ATA
-
Felix Magath
MEC
-
Littbarski
MEI
-
Schumacher
GOL
-
Briegel
DEF
-
Foerster
DEF
Reservas
-
Fischer
ATA
Argélia
Titulares
-
Madjer
ATA
-
Dahleb
MEI
-
Belloumi
MEI
-
Zidane
MEI
-
Fergani
MEI
-
Kourichi
DEF
-
Guendouz
DEF
-
Mansouri
DEF
-
Merzekane
DEF
-
Cerbah
GOL
-
Rachid Mekloufi
TEC
-
Assad
ATA
Reservas
-
Bensaoula
MEI
-
Larbes
MEI
Arbitragem
Árbitro
Enrique Labo Revoredo