Sobre a Partida
A 2 de julho de 1982, o Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, fervia sob a pressão e a promessa de um duelo crucial na Copa do Mundo. De um lado, a Alemanha Ocidental, ainda assombrada pelo “Pacto de Gijón” e sedenta por redenção. Do outro, a Espanha anfitriã, carregando o peso de uma nação e a esperança de avançar. Era o Grupo B da segunda fase, e a sobrevivência estava em jogo.
O primeiro tempo foi um tabuleiro de xadrez tenso, com a maestria tática alemã e a garra espanhola se anulando mutuamente. Mas a segunda etapa reservava a explosão. Aos 50 minutos, o elétrico Pierre Littbarski abriu o placar para os alemães, injetando uma dose de confiança vital. Aos 75, o gênio Karl-Heinz Rummenigge, que havia entrado no segundo tempo e apesar das lesões que o assombravam, mostrou por que era um dos maiores. Seu gol foi um alívio, um grito de guerra alemão.
A Espanha não se entregou. Aos 82, Jesús Zamora acendeu a esperança local com um gol, transformando os minutos finais num inferno para a defesa alemã, liderada por nomes como o zagueiro Karlheinz Förster e o incansável Paul Breitner no meio-campo. Mas a muralha alemã resistiu. O apito final confirmou a vitória por 2 a 1 para a Alemanha, um passo gigantesco em direção às semifinais e um adeus amargo para os anfitriões. Foi uma demonstração da resiliência e frieza teutônica, marcas registradas de uma equipe que se recusava a ser dominada.
O primeiro tempo foi um tabuleiro de xadrez tenso, com a maestria tática alemã e a garra espanhola se anulando mutuamente. Mas a segunda etapa reservava a explosão. Aos 50 minutos, o elétrico Pierre Littbarski abriu o placar para os alemães, injetando uma dose de confiança vital. Aos 75, o gênio Karl-Heinz Rummenigge, que havia entrado no segundo tempo e apesar das lesões que o assombravam, mostrou por que era um dos maiores. Seu gol foi um alívio, um grito de guerra alemão.
A Espanha não se entregou. Aos 82, Jesús Zamora acendeu a esperança local com um gol, transformando os minutos finais num inferno para a defesa alemã, liderada por nomes como o zagueiro Karlheinz Förster e o incansável Paul Breitner no meio-campo. Mas a muralha alemã resistiu. O apito final confirmou a vitória por 2 a 1 para a Alemanha, um passo gigantesco em direção às semifinais e um adeus amargo para os anfitriões. Foi uma demonstração da resiliência e frieza teutônica, marcas registradas de uma equipe que se recusava a ser dominada.
Gols
50'
Littbarski
75'
Fischer
82'
Zamora
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Breitner
DEF
-
Fischer
ATA
-
Kaltz
DEF
-
Stielike
DEF
-
Dremmler
DEF
-
Jupp Derwall
TEC
-
Rummenigge
ATA
-
Foerster
DEF
-
Briegel
DEF
-
Schumacher
GOL
-
Littbarski
MEI
Reservas
-
Reinders
ATA
Espanha
Titulares
-
Zamora
MEI
-
Quini
MEI
-
Alonso
MEI
-
Santillana
ATA
-
Juanito
ATA
-
Tendillo
DEF
-
Gordillo
DEF
-
Alexanco
DEF
-
Urquiaga
DEF
-
Arconada
GOL
-
Santamaria
TEC
-
Camacho
DEF
Reservas
-
Sanchez
MEI
-
Lopez Ufarte
ATA
Arbitragem
Árbitro
Paolo Casarin
Árbitro
Paolo Casarin