Sobre a Partida
No calor escaldante do Estádio Azteca, em 29 de junho de 1986, o mundo parou para testemunhar a coroação de um gênio. A Argentina de Diego Maradona, que vinha encantando com um futebol sublime, enfrentava a implacável Alemanha Ocidental na final da Copa do Mundo. A rivalidade, latente, prometia um espetáculo inesquecível, um embate de estilos entre a arte sul-americana e a disciplina europeia.
A Albiceleste começou avassaladora. José Luis Brown, em cabeçada certeira após cobrança de escanteio, abriu o placar. Jorge Valdano, em um contra-ataque fulminante, ampliou para 2 a 0, e a taça parecia ter destino. Mas a Alemanha, fiel à sua tradição de nunca desistir, orquestrou uma virada dramática. Karl-Heinz Rummenigge e Rudi Völler, ambos de cabeça, em lances de pura garra, igualaram o marcador, silenciando os torcedores argentinos e elevando a tensão a um patamar insuportável.
Com o placar em 2 a 2 e o relógio correndo, a história parecia pender para qualquer lado. Foi então que a magia de Maradona, até então contida pelos alemães, decidiu o destino. Um passe genial, preciso, rasgou a defesa adversária e encontrou Jorge Burruchaga. O atacante argentino disparou em direção ao gol, mantendo a calma sob pressão imensa, e finalizou com maestria, selando o 3 a 2. O Azteca explodiu em euforia. Maradona, finalmente, ergueu a taça, consolidando sua lenda em um dos jogos mais emocionantes da história dos Mundiais.
A Albiceleste começou avassaladora. José Luis Brown, em cabeçada certeira após cobrança de escanteio, abriu o placar. Jorge Valdano, em um contra-ataque fulminante, ampliou para 2 a 0, e a taça parecia ter destino. Mas a Alemanha, fiel à sua tradição de nunca desistir, orquestrou uma virada dramática. Karl-Heinz Rummenigge e Rudi Völler, ambos de cabeça, em lances de pura garra, igualaram o marcador, silenciando os torcedores argentinos e elevando a tensão a um patamar insuportável.
Com o placar em 2 a 2 e o relógio correndo, a história parecia pender para qualquer lado. Foi então que a magia de Maradona, até então contida pelos alemães, decidiu o destino. Um passe genial, preciso, rasgou a defesa adversária e encontrou Jorge Burruchaga. O atacante argentino disparou em direção ao gol, mantendo a calma sob pressão imensa, e finalizou com maestria, selando o 3 a 2. O Azteca explodiu em euforia. Maradona, finalmente, ergueu a taça, consolidando sua lenda em um dos jogos mais emocionantes da história dos Mundiais.
Gols
23'
Brown
55'
Valdano
74'
Rummenigge
80'
Voeller
83'
Burruchaga
Escalações
Argentina
Titulares
-
Valdano
ATA
-
Enrique
MEI
-
Sergio Batista
VOL
-
Cuciuffo
DEF
-
Ruggeri
DEF
-
Olarticoechea
DEF
-
Burruchaga
MEI
-
Giusti
MEI
-
Brown
DEF
-
Pumpido
GOL
-
Carlos Bilardo
TEC
-
Maradona
ATA
Reservas
-
Trobbiani
MEI
Alemanha
Titulares
-
Eder
DEF
-
Jakobs
LAE
-
Felix Magath
MEC
-
Allofs
ATA
-
Rummenigge
ATA
-
Foerster
DEF
-
Briegel
DEF
-
Schumacher
GOL
-
Beckenbauer
TEC
-
Brehme
DEF
-
Berthold
DEF
-
Lothar Matthaüs
MEI
-
Lothar Matthaüs
MEI
Reservas
-
Voeller
ATA
-
Honess
ATA
Arbitragem
Árbitro
Romualdo Arppi Filho
Árbitro
Romualdo Arppi Filho