Sobre a Partida
Em 28 de junho de 1994, sob o teto do Pontiac Silverdome, um Brasil sedento pelo tetra enfrentou uma Suécia surpreendente na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo nos EUA. Não era uma rivalidade histórica, mas o topo do Grupo B estava em jogo, crucial para definir o caminho nos mata-matas. A Amarelinha, liderada pela genialidade de Romário e a força de Dunga, esperava sacramentar sua liderança e demonstrar o favoritismo.
Contrariando as expectativas, foi a Suécia que calou o estádio. Aos 23 minutos, em um lance aéreo que se tornaria sua marca registrada naquele Mundial, Kennet Andersson subiu mais que a defesa brasileira e testou firme, abrindo o placar. O Brasil, acostumado a dominar, viu-se atrás, enfrentando a muralha nórdica comandada pelo experiente goleiro Thomas Ravelli e a técnica de jogadores como Tomas Brolin.
A resposta veio na volta do intervalo. O 'Baixinho' Romário, o artilheiro implacável e o motor daquele ataque junto a Bebeto, não demorou a mostrar por que era a esperança brasileira. Aos 47 minutos, após um bate-rebate na área, ele aproveitou a sobra para empurrar a bola para as redes, empatando o jogo. Aquele gol, típico de centroavante oportunista, tranquilizou a Seleção.
O placar de 1 a 1 permaneceu até o fim, um resultado justo que garantiu ao Brasil a liderança do grupo e à Suécia a segunda colocação. Um confronto tático, onde a técnica brasileira e a garra sueca se anularam, prenunciando que ambos teriam papéis importantes naquele torneio memorável.
Contrariando as expectativas, foi a Suécia que calou o estádio. Aos 23 minutos, em um lance aéreo que se tornaria sua marca registrada naquele Mundial, Kennet Andersson subiu mais que a defesa brasileira e testou firme, abrindo o placar. O Brasil, acostumado a dominar, viu-se atrás, enfrentando a muralha nórdica comandada pelo experiente goleiro Thomas Ravelli e a técnica de jogadores como Tomas Brolin.
A resposta veio na volta do intervalo. O 'Baixinho' Romário, o artilheiro implacável e o motor daquele ataque junto a Bebeto, não demorou a mostrar por que era a esperança brasileira. Aos 47 minutos, após um bate-rebate na área, ele aproveitou a sobra para empurrar a bola para as redes, empatando o jogo. Aquele gol, típico de centroavante oportunista, tranquilizou a Seleção.
O placar de 1 a 1 permaneceu até o fim, um resultado justo que garantiu ao Brasil a liderança do grupo e à Suécia a segunda colocação. Um confronto tático, onde a técnica brasileira e a garra sueca se anularam, prenunciando que ambos teriam papéis importantes naquele torneio memorável.
Gols
23'
Kennet Andersson
46'
Romário
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Jorginho
LAD
-
Zinho
MEC
-
Márcio Santos
DEF
-
Mauro Silva
VOL
-
Dunga
VOL
-
Aldair
DEF
-
Bebeto
ATA
-
Taffarel
GOL
-
Romário
ATA
-
Raí
MEC
-
Leonardo
LAE
Reservas
-
Paulo Sérgio
ATA
-
Mazinho
VOL
Suécia
Titulares
-
Larsson
ATA
-
Kennet Andersson
ATA
-
Ingesson
MEI
-
Thern
MEI
-
Brolin
MEI
-
Andersson
DEF
-
Kamark
DEF
-
Schwarz
DEF
-
Ljung
DEF
-
Nilsson
DEF
-
Ravelli
GOL
-
Svensson
TEC
Reservas
-
Mild
MEI
-
Blomqvist
MEI
Arbitragem
Árbitro
Sandor Puhl