Sobre a Partida
No calor da tarde parisiense de 27 de junho de 1998, o Parc des Princes fervia. A Copa do Mundo entrava em sua fase mais cruel, as oitavas de final, e o Brasil, defensor do título, enfrentava um Chile destemido, liderado pela temível dupla "Sa-Za" – Marcelo Salas e Iván Zamorano, que prometiam incomodar Taffarel. A rivalidade sul-americana garantia um confronto de alta voltagem.
Mas a tarde seria de consagração para o meio-campo brasileiro e, especialmente, para o "Fenômeno". César Sampaio, um gladiador discreto, abriu o placar aos 11 minutos com uma cabeçada implacável após escanteio. Não satisfeito, aos 27, Sampaio aproveitou uma bola prensada para empurrar para as redes, ampliando a vantagem e calando os sonhos chilenos. Antes do intervalo, Ronaldo, o artilheiro implacável, converteu um pênalti com frieza cirúrgica, levando o Brasil para o vestiário com um confortável 3 a 0.
O segundo tempo viu um lampejo de esperança chilena quando Marcelo Salas, de cabeça, diminuiu o placar e inflamou a torcida alvirrubra. A tensão pairou brevemente, mas foi dissipada pela genialidade. Aos 70 minutos, Ronaldo recebeu a bola no meio-campo, arrancou em velocidade estonteante, driblou o zagueiro e finalizou com maestria, selando o 4 a 1. Um gol que resumiu sua força, habilidade e o poderio da Seleção Brasileira, que avançava confiante rumo às quartas de final, deixando para trás um Chile valoroso, mas superado pela magia do futebol verde e amarelo.
Mas a tarde seria de consagração para o meio-campo brasileiro e, especialmente, para o "Fenômeno". César Sampaio, um gladiador discreto, abriu o placar aos 11 minutos com uma cabeçada implacável após escanteio. Não satisfeito, aos 27, Sampaio aproveitou uma bola prensada para empurrar para as redes, ampliando a vantagem e calando os sonhos chilenos. Antes do intervalo, Ronaldo, o artilheiro implacável, converteu um pênalti com frieza cirúrgica, levando o Brasil para o vestiário com um confortável 3 a 0.
O segundo tempo viu um lampejo de esperança chilena quando Marcelo Salas, de cabeça, diminuiu o placar e inflamou a torcida alvirrubra. A tensão pairou brevemente, mas foi dissipada pela genialidade. Aos 70 minutos, Ronaldo recebeu a bola no meio-campo, arrancou em velocidade estonteante, driblou o zagueiro e finalizou com maestria, selando o 4 a 1. Um gol que resumiu sua força, habilidade e o poderio da Seleção Brasileira, que avançava confiante rumo às quartas de final, deixando para trás um Chile valoroso, mas superado pela magia do futebol verde e amarelo.
Gols
11'
César Sampaio
27'
César Sampaio
45'
Ronaldo
68'
Marcelo Salas
70'
Ronaldo
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Zagallo
TEC
-
Júnior Baiano
DEF
-
Rivaldo
MEC
-
Leonardo
LAE
-
Ronaldo
ATA
-
César Sampaio
VOL
-
Roberto Carlos
LAE
-
Cafu
LAD
-
Taffarel
GOL
-
Bebeto
ATA
-
Aldair
DEF
-
Dunga
VOL
Reservas
-
Denílson
LAT
-
Gonçalves
DEF
Chile
Titulares
-
Tapia
GOL
-
Fuentes
DEF
-
Aros
DEF
-
Ramirez
DEF
-
Zamorano
ATA
-
Reyes
DEF
-
José Luís Sierra
MEI
-
Cornejo
MEI
-
Nelson Acosta
TEC
-
Acuna
MEI
-
Marcelo Salas
-
Margas
DEF
Reservas
-
Estay
MEI
-
Veja
MEI
-
Musrri
MEI
Arbitragem
Árbitro
Marc Batta