Sobre a Partida
Em 4 de julho de 1998, sob o sol escaldante de Marselha, o Stade Vélodrome fervia para um dos maiores clássicos da Copa do Mundo: Argentina contra Holanda. Uma rivalidade que ecoava desde a final de 1978, com a Albiceleste buscando vingança e os holandeses, a glória. As quartas de final eram o palco perfeito para um embate de filosofias futebolísticas e talentos estelares.
A tensão explodiu aos 12 minutos, quando Patrick Kluivert, com a frieza de um matador, abriu o placar para a Laranja Mecânica, aproveitando uma assistência magistral de Dennis Bergkamp. A euforia holandesa, contudo, durou pouco. Aos 17, Claudio "Piojo" López, em um contra-ataque relâmpago, fuzilou Van der Sar, empatando o marcador e incendiando a torcida argentina.
O segundo tempo foi um festival de nervos à flor da pele. Juan Sebastián Verón e Edgar Davids ditavam o ritmo de suas seleções, enquanto Gabriel Batistuta e Kluivert buscavam a rede. A partida parecia caminhar para a prorrogação, mas o destino tinha outros planos. Aos 87 minutos, Ariel Ortega, após um desentendimento com Van der Sar, foi expulso, deixando a Argentina com dez homens.
Foi então que, no penúltimo minuto, a magia aconteceu. Frank de Boer lançou uma bola longa, Bergkamp dominou com um toque sublime, limpou Roberto Ayala com um giro espetacular e, com a ponta da chuteira, encobriu Carlos Roa. Um gol de gênio, um lance para a eternidade que selou a vitória por 2 a 1 para a Holanda e encerrou o sonho argentino de forma dramática.
A tensão explodiu aos 12 minutos, quando Patrick Kluivert, com a frieza de um matador, abriu o placar para a Laranja Mecânica, aproveitando uma assistência magistral de Dennis Bergkamp. A euforia holandesa, contudo, durou pouco. Aos 17, Claudio "Piojo" López, em um contra-ataque relâmpago, fuzilou Van der Sar, empatando o marcador e incendiando a torcida argentina.
O segundo tempo foi um festival de nervos à flor da pele. Juan Sebastián Verón e Edgar Davids ditavam o ritmo de suas seleções, enquanto Gabriel Batistuta e Kluivert buscavam a rede. A partida parecia caminhar para a prorrogação, mas o destino tinha outros planos. Aos 87 minutos, Ariel Ortega, após um desentendimento com Van der Sar, foi expulso, deixando a Argentina com dez homens.
Foi então que, no penúltimo minuto, a magia aconteceu. Frank de Boer lançou uma bola longa, Bergkamp dominou com um toque sublime, limpou Roberto Ayala com um giro espetacular e, com a ponta da chuteira, encobriu Carlos Roa. Um gol de gênio, um lance para a eternidade que selou a vitória por 2 a 1 para a Holanda e encerrou o sonho argentino de forma dramática.
Gols
12'
Kluivert
17'
Lopez
89'
Bergkamp
Escalações
Argentina
Titulares
-
Daniel Passarella
TEC
-
Almeyda
MEI
-
Lopez
ATA
-
Verón
MEC
-
Roa
GOL
-
Ortega
ATA
-
Javier Zanetti
LAD
-
Ayala
DEF
-
Chamot
DEF
-
Batistuta
ATA
-
Diego Simeone
VOL
-
Sensini
DEF
Reservas
-
Pineda
DEF
-
Balbo
ATA
Holanda
Titulares
-
Bergkamp
ATA
-
De Boer
ATA
-
Jonk
MEI
-
Numan
MEI
-
Davids
MEI
-
Phillip Cocu
MEI
-
Frank de Boer
ZAD
-
Reiziger
DEF
-
Stam
DEF
-
Van der Sar
GOL
-
Guus Hiddink
TEC
-
Kluivert
ATA
Reservas
-
Overmars
ATA
Arbitragem
Árbitro
Arturo Brizio Carter
Árbitro
Arturo Brizio Carter