Sobre a Partida
Sete de julho de 1998, no icônico Stade Vélodrome em Marselha, foi palco de uma batalha épica que parou o mundo. A Seleção Brasileira, tetracampeã e favorita, enfrentava a talentosa Holanda de laranjas mecânicas, em uma semifinal da Copa do Mundo que prometia fogo e emoção. De um lado, a genialidade de Ronaldo e Rivaldo; do outro, a classe de Dennis Bergkamp e o vigor de Edgar Davids. Uma rivalidade crescente, com a chance de ouro para ambas as seleções carimbarem a vaga na grande final.
O primeiro tempo foi um duelo tático intenso, com lances de pura técnica e defesas heroicas. O placar permaneceu inalterado até o início da segunda etapa, quando o "Fenômeno" Ronaldo, logo aos 46 minutos, mostrou sua velocidade e letalidade ao abrir o marcador para o Brasil, explodindo a torcida canarinho com um chute preciso após passe de Rivaldo.
A Holanda, contudo, não se rendia. Impulsionada por um meio-campo incansável e ataques coordenados, pressionou até o fim. Aos 87 minutos, em um cruzamento preciso de Ronald de Boer, Patrick Kluivert subiu mais alto que a zaga brasileira e cabeceou para o fundo das redes, empatando o jogo e levando a partida para a prorrogação. O tempo extra manteve a intensidade, mas sem gols. O destino seria decidido nos pênaltis, onde a estrela de Taffarel brilharia intensamente, garantindo a vaga do Brasil na grande final. Um jogo memorável, um clássico eterno.
O primeiro tempo foi um duelo tático intenso, com lances de pura técnica e defesas heroicas. O placar permaneceu inalterado até o início da segunda etapa, quando o "Fenômeno" Ronaldo, logo aos 46 minutos, mostrou sua velocidade e letalidade ao abrir o marcador para o Brasil, explodindo a torcida canarinho com um chute preciso após passe de Rivaldo.
A Holanda, contudo, não se rendia. Impulsionada por um meio-campo incansável e ataques coordenados, pressionou até o fim. Aos 87 minutos, em um cruzamento preciso de Ronald de Boer, Patrick Kluivert subiu mais alto que a zaga brasileira e cabeceou para o fundo das redes, empatando o jogo e levando a partida para a prorrogação. O tempo extra manteve a intensidade, mas sem gols. O destino seria decidido nos pênaltis, onde a estrela de Taffarel brilharia intensamente, garantindo a vaga do Brasil na grande final. Um jogo memorável, um clássico eterno.
Gols
46'
Ronaldo
87'
Kluivert
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Zagallo
TEC
-
Rivaldo
MEC
-
Júnior Baiano
DEF
-
Leonardo
LAE
-
Ronaldo
ATA
-
César Sampaio
VOL
-
Roberto Carlos
LAE
-
Dunga
VOL
-
Aldair
DEF
-
Bebeto
ATA
-
Taffarel
GOL
-
Zé Carlos
LAT
Reservas
-
Denílson
LAT
-
Émerson
MEI
Holanda
Titulares
-
Zenden
ATA
-
Kluivert
ATA
-
Jonk
MEI
-
De Boer
ATA
-
Bergkamp
ATA
-
Stam
DEF
-
Davids
MEI
-
Phillip Cocu
MEI
-
Frank de Boer
ZAD
-
Reiziger
DEF
-
Guus Hiddink
TEC
-
Van der Sar
GOL
Reservas
-
Winter
MEI
-
Seedorf
MEC
-
Van Hooijdonk
ATA
Arbitragem
Árbitro
Ali Mohammed Bujsaim
Árbitro
Ali Mohammed Bujsaim