Sobre a Partida
Em uma noite que prometia ser de afirmação para a ambiciosa seleção mexicana, o calor de Hannover foi testemunha de um embate surpreendente na Copa do Mundo de 2006. O México, embalado pela vitória contra o Irã, enfrentava a estreante Angola, vista como a 'Cinderela' do torneio. A expectativa era de uma vitória fácil para os comandados de Ricardo La Volpe, liderados pelo capitão Rafael Márquez e com o faro de gol de Jared Borgetti.
Mas os 'Palancas Negras' não estavam ali para serem meros figurantes. Desde o apito inicial, Angola, sob a batuta do técnico Luís Oliveira Gonçalves, montou uma muralha defensiva, personificada pela garra de Kali e Jamba. O goleiro João Ricardo, em uma atuação inspiradíssima, transformou-se em um gigante, frustrando Borgetti em um cabeceio mortal no primeiro tempo e defendendo um chute potente de Guillermo Franco na segunda etapa, que parecia ter endereço certo.
O México pressionava, Pável Pardo ditava o ritmo no meio-campo, mas a bola teimava em não entrar. A cada ataque frustrado, a confiança angolana crescia. Akwá e Flávio, em lances isolados de contra-ataque, chegaram a assustar Oswaldo Sánchez, lembrando a todos que o futebol é imprevisível.
O 0 a 0 final, longe de ser um placar morno, foi um grito de guerra para Angola, que conquistava seu primeiro ponto em Copas, celebrando como uma vitória. Para o México, foi um alerta, um ponto perdido que complicaria os planos no 'grupo da morte' e deixaria a sensação amarga de um 'quase' que persistiria por muito tempo.
Mas os 'Palancas Negras' não estavam ali para serem meros figurantes. Desde o apito inicial, Angola, sob a batuta do técnico Luís Oliveira Gonçalves, montou uma muralha defensiva, personificada pela garra de Kali e Jamba. O goleiro João Ricardo, em uma atuação inspiradíssima, transformou-se em um gigante, frustrando Borgetti em um cabeceio mortal no primeiro tempo e defendendo um chute potente de Guillermo Franco na segunda etapa, que parecia ter endereço certo.
O México pressionava, Pável Pardo ditava o ritmo no meio-campo, mas a bola teimava em não entrar. A cada ataque frustrado, a confiança angolana crescia. Akwá e Flávio, em lances isolados de contra-ataque, chegaram a assustar Oswaldo Sánchez, lembrando a todos que o futebol é imprevisível.
O 0 a 0 final, longe de ser um placar morno, foi um grito de guerra para Angola, que conquistava seu primeiro ponto em Copas, celebrando como uma vitória. Para o México, foi um alerta, um ponto perdido que complicaria os planos no 'grupo da morte' e deixaria a sensação amarga de um 'quase' que persistiria por muito tempo.
Escalações
México
Titulares
-
Pável Pardo
VOL
-
Zinha
MEI
-
Guillermo Franco
ATA
-
Salcido
LAE
-
Pineda
DEF
-
Omar Bravo
ATA
-
Mendez
DEF
-
Ricardo Osorio
ZAD
-
Ricardo La Volpe
TEC
-
Sanchez
GOL
-
Rafa Márquez
ZAD
-
Torrado
VOL
Reservas
-
Fonseca
ATA
-
Morales
MEI
-
Arellano
ATA
Angola
Titulares
-
Akwa
ATA
-
Ze Kalanga
MEI
-
Mateus
MEI
-
Mendonca
MEI
-
Figueiredo
MEI
-
Kali
DEF
-
Delgado
DEF
-
Jamba
DEF
-
Loco
DEF
-
Joao Ricardo
GOL
-
Luis de Oliveira Gonçalves
TEC
-
Andre
MEI
Reservas
-
Miloy
MEI
-
Rui Marques
DEF
-
Mantorras
ATA
Arbitragem
Árbitro
Shamsul Maidin