Volksparkstadion - Hamburgo, Alem, ha
Sobre a Partida
Na tarde de 22 de junho de 2006, em Hamburgo, o palco estava montado para um confronto eletrizante no Grupo E da Copa do Mundo. A República Tcheca, com seu coração vibrante liderado pelo lendário Pavel Nedved, precisava de um milagre contra a pragmática e talentosa Itália, que buscava a confirmação de sua vaga nas oitavas. Sob a liderança tática de Marcello Lippi e a maestria de nomes como Buffon, Pirlo e Totti, a Azzurra sabia que a vitória consolidaria sua força.
O jogo começou tenso, com a posse de bola disputada e chances para ambos os lados. A República Tcheca, apesar das ausências importantes, tentava impor seu ritmo, mas foi a Itália que abriu o placar. Após a saída por lesão de Nesta, Marco Materazzi, que entrara no seu lugar, subiu mais alto que a defesa tcheca em um escanteio batido por Totti, cabeceando para o fundo das redes aos 26 minutos. A situação piorou para os tchecos quando Polák foi expulso nos acréscimos do primeiro tempo, deixando a equipe com dez homens.
No segundo tempo, mesmo com um a menos, Nedved inspirou seus companheiros a uma luta heroica, com Petr Cech realizando defesas cruciais e Buffon respondendo à altura. A Itália, mais confortável com a vantagem numérica e no placar, explorava os espaços. Já nos minutos finais, em um contra-ataque mortal, Filippo Inzaghi driblou Cech e selou a vitória por 2 a 0, garantindo a liderança do grupo para a Itália e decretando a eliminação da valente República Tcheca. Era o prenúncio de uma caminhada gloriosa para os italianos.
O jogo começou tenso, com a posse de bola disputada e chances para ambos os lados. A República Tcheca, apesar das ausências importantes, tentava impor seu ritmo, mas foi a Itália que abriu o placar. Após a saída por lesão de Nesta, Marco Materazzi, que entrara no seu lugar, subiu mais alto que a defesa tcheca em um escanteio batido por Totti, cabeceando para o fundo das redes aos 26 minutos. A situação piorou para os tchecos quando Polák foi expulso nos acréscimos do primeiro tempo, deixando a equipe com dez homens.
No segundo tempo, mesmo com um a menos, Nedved inspirou seus companheiros a uma luta heroica, com Petr Cech realizando defesas cruciais e Buffon respondendo à altura. A Itália, mais confortável com a vantagem numérica e no placar, explorava os espaços. Já nos minutos finais, em um contra-ataque mortal, Filippo Inzaghi driblou Cech e selou a vitória por 2 a 0, garantindo a liderança do grupo para a Itália e decretando a eliminação da valente República Tcheca. Era o prenúncio de uma caminhada gloriosa para os italianos.
Gols
26'
Materazzi
87'
Filippo Inzaghi
Escalações
República Tcheca
Titulares
-
Karel Bruckner
TEC
-
Petr Cech
GOL
-
Rozehnal
ZAD
-
Kovac
ZAD
-
Grygera
LAD
-
Jankulovski
LAE
-
Rosicky
MEC
-
Polak
VOL
-
Plasil
VOL
-
Poborsky
MEI
-
Nedved
MEI
-
Baros
ATA
Reservas
-
Heinz
ATA
-
Stajner
MEI
-
Jarolim
MEI
Itália
Titulares
-
Buffon
GOL
-
Zambrotta
LAD
-
Totti
ATA
-
Gattuso
VOL
-
Nesta
ZAD
-
Pirlo
VOL
-
Marcello Lippi
TEC
-
Cannavaro
ZAD
-
Mauro Camoranesi
MEC
-
Gilardino
ATA
-
Grosso
LAE
-
Perrotta
VOL
Reservas
-
Materazzi
ZAE
-
Filippo Inzaghi
ATA
-
Barone
MEI
Arbitragem
Árbitro
Benito Armando Archundia