Sobre a Partida
Em 26 de junho de 2006, o RheinEnergieStadion em Colônia testemunhou um confronto que ficaria gravado na memória da Copa do Mundo como um hino à resiliência defensiva e ao drama dos pênaltis. Pelas oitavas de final, a Suíça, invicta e sem ter sofrido um gol sequer na fase de grupos, enfrentava a estreante Ucrânia, liderada pelo lendário Andriy Shevchenko. Era um duelo entre a solidez helvética, orquestrada por Köbi Kuhn, e a esperança de uma nação personificada no talento de um atacante.
Os 120 minutos foram uma batalha tática. A defesa suíça, com o goleiro Pascal Zuberbühler imbatível e jogadores como Philippe Senderos e Johann Djourou impondo-se, sufocou as tentativas de Shevchenko e Andriy Voronin. Do outro lado, o goleiro ucraniano Oleksandr Shovkovskiy também se mostrava uma muralha, defendendo investidas de Alexander Frei e Tranquillo Barnetta. Lances de perigo surgiram, com a bola beijando a trave e defesas espetaculares, mas o gol teimava em não acontecer. A tensão era palpável, crescendo a cada minuto extra.
O apito final selou um raríssimo 0 a 0 que levou a decisão para a marca da cal. O destino, caprichoso, reservou à Suíça uma eliminação sem ter sofrido um gol sequer em jogo corrido, uma ironia cruel para a equipe mais economicamente defensiva do torneio. A Ucrânia, por sua vez, abraçava sua vaga nas quartas, um feito histórico para a nação.
Os 120 minutos foram uma batalha tática. A defesa suíça, com o goleiro Pascal Zuberbühler imbatível e jogadores como Philippe Senderos e Johann Djourou impondo-se, sufocou as tentativas de Shevchenko e Andriy Voronin. Do outro lado, o goleiro ucraniano Oleksandr Shovkovskiy também se mostrava uma muralha, defendendo investidas de Alexander Frei e Tranquillo Barnetta. Lances de perigo surgiram, com a bola beijando a trave e defesas espetaculares, mas o gol teimava em não acontecer. A tensão era palpável, crescendo a cada minuto extra.
O apito final selou um raríssimo 0 a 0 que levou a decisão para a marca da cal. O destino, caprichoso, reservou à Suíça uma eliminação sem ter sofrido um gol sequer em jogo corrido, uma ironia cruel para a equipe mais economicamente defensiva do torneio. A Ucrânia, por sua vez, abraçava sua vaga nas quartas, um feito histórico para a nação.
Arbitragem
Árbitro
Benito Armando Archundia