Sobre a Partida
A noite de 24 de junho de 2010, no Estádio Royal Bafokeng em Rustenburg, não foi apenas mais um jogo da Copa do Mundo; foi um embate de nervos e esperanças que ecoaria por anos. Dinamarca e Japão se enfrentavam pela última rodada do Grupo E, com a vaga nas oitavas de final em jogo. A Laranja Mecânica já estava classificada, deixando dinamarqueses e japoneses numa batalha direta pela sobrevivência.
A Dinamarca, com seus experientes Jon Dahl Tomasson e Dennis Rommedahl, além do jovem Nicklas Bendtner, buscava uma vitória essencial. Mas foi o Japão que, sob a batuta de Keisuke Honda, desenhou um destino glorioso. Aos 17 minutos, Honda soltou um foguete de falta, sem chances para Sørensen, abrindo o placar e inflamando a torcida nipônica. Pouco depois, aos 30, Yasuhito Endo, em outra cobrança magistral, dobrou a vantagem com precisão cirúrgica, deixando os vikings atordoados.
O segundo tempo viu a Dinamarca lutar desesperadamente. Tomasson, o velho guerreiro, ainda acendeu uma chama de esperança ao converter um rebote de seu próprio pênalti defendido, aos 81 minutos. O placar de 2 a 1 trouxe um frisson de drama. No entanto, a euforia dinamarquesa durou pouco. Aos 87, Shinji Okazaki, que havia entrado no lugar de Okubo, selou a vitória japonesa com um gol que garantia o 3 a 1 final e, mais importante, uma vaga histórica nas oitavas. Foi a primeira vez que o Japão avançava de fase em uma Copa fora de casa, um feito memorável que eliminava a Dinamarca e marcava o fim de uma era para muitos de seus veteranos.
A Dinamarca, com seus experientes Jon Dahl Tomasson e Dennis Rommedahl, além do jovem Nicklas Bendtner, buscava uma vitória essencial. Mas foi o Japão que, sob a batuta de Keisuke Honda, desenhou um destino glorioso. Aos 17 minutos, Honda soltou um foguete de falta, sem chances para Sørensen, abrindo o placar e inflamando a torcida nipônica. Pouco depois, aos 30, Yasuhito Endo, em outra cobrança magistral, dobrou a vantagem com precisão cirúrgica, deixando os vikings atordoados.
O segundo tempo viu a Dinamarca lutar desesperadamente. Tomasson, o velho guerreiro, ainda acendeu uma chama de esperança ao converter um rebote de seu próprio pênalti defendido, aos 81 minutos. O placar de 2 a 1 trouxe um frisson de drama. No entanto, a euforia dinamarquesa durou pouco. Aos 87, Shinji Okazaki, que havia entrado no lugar de Okubo, selou a vitória japonesa com um gol que garantia o 3 a 1 final e, mais importante, uma vaga histórica nas oitavas. Foi a primeira vez que o Japão avançava de fase em uma Copa fora de casa, um feito memorável que eliminava a Dinamarca e marcava o fim de uma era para muitos de seus veteranos.
Gols
16'
Honda
29'
Endo
80'
Tomasson
86'
Okazaki
Escalações
Dinamarca
Titulares
-
Bendtner
ATA
-
Simon Poulsen
LAE
-
Kahlenberg
MEC
-
Kroldrup
ZAD
-
Jorgensen
MEC
-
Agger
ZAE
-
Tomasson
ATA
-
Christian Poulsen
VOL
-
Rommedahl
MEC
-
Sörensen
GOL
-
Morten Olsen
TEC
-
Jacobsen
LAD
Reservas
-
Larsen
ATA
-
Eriksen
MEC
-
Jakob Poulsen
MEC
Japão
Titulares
-
Abe
VOL
-
Matsui
MEC
-
Marcus Túlio Tanaka
ZAD
-
Komano
ZAD
-
Kawashima
GOL
-
Nagatomo
LAE
-
Honda
MEC
-
Hasebe
VOL
-
Okubo
ATA
-
Endo
VOL
-
Takeshi Okada
TEC
-
Nakazawa
ZAD
Reservas
-
Okazaki
ATA
-
Konno
ZAD
-
Inamoto
MEC