Bósnia-Herzegovina
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Estados Unidos 2 × 0 Bósnia-Herzegovina
FIM
01/07
Estados Unidos
Bósnia-Herzegovina
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Bósnia-Herzegovina 3 × 1 Qatar
FIM
24/06
Bósnia-Herzegovina
Qatar
-
Suíça 4 × 1 Bósnia-Herzegovina
FIM
18/06
Suíça
Bósnia-Herzegovina
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Canadá 1 × 1 Bósnia-Herzegovina
FIM
12/06
Canadá
Bósnia-Herzegovina
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Bósnia-Herzegovina 3 × 1 Irã
FIM
25/06/14
Bósnia-Herzegovina
Irã
-
Nigéria 1 × 0 Bósnia-Herzegovina
FIM
21/06/14
Nigéria
Bósnia-Herzegovina
-
Argentina 2 × 1 Bósnia-Herzegovina
FIM
15/06/14
Argentina
Bósnia-Herzegovina
Recordes
Estatísticas Gerais
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- 2
- Empates
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- Derrotas
- 4
- Gols Marcados
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- Gols Sofridos
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Aproveitamento
Bósnia-Herzegovina
Média do Site
33%
36%
Aplicadas
Sofridas
Participações
Copa do Mundo
Principais Rivais
Sobre o Bósnia-Herzegovina
Bósnia e Herzegovina: A Ascensão dos Dragões e a Força da Unidade no Cenário do Futebol Mundial
A Seleção Bósnia e Herzegovina de Futebol, carinhosamente conhecida como "Zmajevi" (Os Dragões), representa mais do que apenas um time em campo; é um poderoso símbolo de unidade e resiliência para uma nação jovem. Fundada oficialmente em um período de profundas transformações, após a declaração de independência da Bósnia e Herzegovina da antiga Iugoslávia em 1992, a equipe nacional emergiu das cinzas de um conflito devastador para forjar uma identidade própria no cenário esportivo global.
Os primeiros anos foram marcados por imensos desafios. Em meio à Guerra da Bósnia (1992-1995), a construção de uma estrutura futebolística organizada parecia uma quimera. No entanto, o espírito indomável do povo bósnio-herzegóvino impulsionou a formação da Nogometni/Fudbalski Savez Bosne i Hercegovine (N/FSBiH) – a Federação de Futebol da Bósnia e Herzegovina. Embora a fundação oficial da federação seja datada de 1992, o reconhecimento pela FIFA e UEFA só veio em 1996 e 1998, respectivamente, após o fim do conflito, permitindo que a seleção competisse em torneios oficiais e iniciasse sua trajetória internacional.
A identidade dos "Zmajevi" é profundamente enraizada na bandeira nacional: azul escuro, branco e amarelo. Essas cores são orgulhosamente exibidas nos uniformes da equipe, que servem como um lembrete visual de sua jornada e aspirações. O apelido "Dragões" encapsula a garra e a paixão que os jogadores e torcedores demonstram, superando adversidades para competir contra potências mundiais. A seleção não apenas joga futebol; ela encarna a esperança e a reconstrução de uma nação multiétnica, unindo pessoas de diferentes origens sob uma única bandeira no esporte.
O auge da trajetória da Bósnia e Herzegovina até agora foi a histórica classificação para a Copa do Mundo FIFA de 2014, realizada no Brasil. Liderada por talentos globais como o prolífico atacante Edin Džeko e o maestro do meio-campo Miralem Pjanić, a equipe conquistou a vaga de forma emocionante, unindo o país em uma celebração sem precedentes. A participação no maior palco do futebol mundial foi um momento de imenso orgulho nacional, demonstrando ao mundo o potencial e a determinação da Bósnia e Herzegovina.
Desde então, os "Dragões" continuam a ser uma força competitiva nas eliminatórias para Copas do Mundo e Campeonatos Europeus, buscando solidificar sua posição entre as melhores seleções do continente. A cada partida, a Seleção Bósnia e Herzegovina de Futebol reitera sua mensagem de união e força, usando o esporte como uma ponte para conectar seu povo e projetar uma imagem positiva da nação no mundo. É um testemunho do poder do futebol em transcender barreiras e construir um futuro de esperança.
A Seleção Bósnia e Herzegovina de Futebol, carinhosamente conhecida como "Zmajevi" (Os Dragões), representa mais do que apenas um time em campo; é um poderoso símbolo de unidade e resiliência para uma nação jovem. Fundada oficialmente em um período de profundas transformações, após a declaração de independência da Bósnia e Herzegovina da antiga Iugoslávia em 1992, a equipe nacional emergiu das cinzas de um conflito devastador para forjar uma identidade própria no cenário esportivo global.
Os primeiros anos foram marcados por imensos desafios. Em meio à Guerra da Bósnia (1992-1995), a construção de uma estrutura futebolística organizada parecia uma quimera. No entanto, o espírito indomável do povo bósnio-herzegóvino impulsionou a formação da Nogometni/Fudbalski Savez Bosne i Hercegovine (N/FSBiH) – a Federação de Futebol da Bósnia e Herzegovina. Embora a fundação oficial da federação seja datada de 1992, o reconhecimento pela FIFA e UEFA só veio em 1996 e 1998, respectivamente, após o fim do conflito, permitindo que a seleção competisse em torneios oficiais e iniciasse sua trajetória internacional.
A identidade dos "Zmajevi" é profundamente enraizada na bandeira nacional: azul escuro, branco e amarelo. Essas cores são orgulhosamente exibidas nos uniformes da equipe, que servem como um lembrete visual de sua jornada e aspirações. O apelido "Dragões" encapsula a garra e a paixão que os jogadores e torcedores demonstram, superando adversidades para competir contra potências mundiais. A seleção não apenas joga futebol; ela encarna a esperança e a reconstrução de uma nação multiétnica, unindo pessoas de diferentes origens sob uma única bandeira no esporte.
O auge da trajetória da Bósnia e Herzegovina até agora foi a histórica classificação para a Copa do Mundo FIFA de 2014, realizada no Brasil. Liderada por talentos globais como o prolífico atacante Edin Džeko e o maestro do meio-campo Miralem Pjanić, a equipe conquistou a vaga de forma emocionante, unindo o país em uma celebração sem precedentes. A participação no maior palco do futebol mundial foi um momento de imenso orgulho nacional, demonstrando ao mundo o potencial e a determinação da Bósnia e Herzegovina.
Desde então, os "Dragões" continuam a ser uma força competitiva nas eliminatórias para Copas do Mundo e Campeonatos Europeus, buscando solidificar sua posição entre as melhores seleções do continente. A cada partida, a Seleção Bósnia e Herzegovina de Futebol reitera sua mensagem de união e força, usando o esporte como uma ponte para conectar seu povo e projetar uma imagem positiva da nação no mundo. É um testemunho do poder do futebol em transcender barreiras e construir um futuro de esperança.