Coreia do Sul
Seleção Sul-Coreana de Futebol
Sobre o Coreia do Sul
Coreia do Sul: A História dos Guerreiros Taeguk, Gigantes do Futebol Asiático
A Seleção Sul-Coreana de Futebol, carinhosamente conhecida como "Guerreiros Taeguk" – uma referência ao símbolo central da bandeira nacional que representa o equilíbrio cósmico –, é muito mais do que um time; é um pilar da identidade e orgulho de uma nação apaixonada por futebol. Embora os dados iniciais pudessem induzir a erro, o berço deste gigante asiático não é o Brasil, mas sim a península coreana, com sua trajetória oficialmente cimentada pela fundação da Korea Football Association (KFA) em 19 de setembro de 1928. Esta data marca o alvorecer da organização formal do esporte que, décadas depois, catapultaria a Coreia do Sul para o cenário global.
Desde seus primeiros passos, a KFA buscou desenvolver o futebol no país, estabelecendo as bases para o que se tornaria uma das seleções mais respeitadas e consistentemente presentes em Copas do Mundo. A identidade dos Guerreiros Taeguk é forjada em disciplina, resiliência e uma energia inesgotável, características que se refletem em seu estilo de jogo. O uniforme predominantemente vermelho, com detalhes em branco, simboliza essa paixão e a pureza de espírito do povo sul-coreano.
A relevância da Coreia do Sul no futebol asiático é inegável, com duas conquistas da Copa da Ásia (1956 e 1960) e inúmeras classificações para o torneio continental. Contudo, foi no palco mundial que a seleção escreveu seu capítulo mais glorioso. Uma das nações mais assíduas na Copa do Mundo FIFA, a Coreia do Sul fez história ao co-organizar o torneio em 2002, ao lado do Japão. Sob a liderança do técnico Guus Hiddink, os "Guerreiros Taeguk" embarcaram em uma jornada mágica, superando adversários de peso como Portugal, Itália e Espanha, e alcançando as semifinais. Esta performance sem precedentes não só representou a melhor campanha de uma seleção asiática na história das Copas do Mundo, como também uniu o país em um fervor patriótico inesquecível, solidificando o futebol como um elemento cultural vital.
Apesar de não terem replicado a glória de 2002, a Coreia do Sul continua sendo uma força dominante na Ásia e um adversário temido globalmente, com jogadores talentosos frequentemente se destacando nas principais ligas europeias. Sua história é um testemunho da capacidade de um país em construir uma potência futebolística a partir da paixão, organização e de um espírito de luta que personifica os seus orgulhosos "Guerreiros Taeguk".
A Seleção Sul-Coreana de Futebol, carinhosamente conhecida como "Guerreiros Taeguk" – uma referência ao símbolo central da bandeira nacional que representa o equilíbrio cósmico –, é muito mais do que um time; é um pilar da identidade e orgulho de uma nação apaixonada por futebol. Embora os dados iniciais pudessem induzir a erro, o berço deste gigante asiático não é o Brasil, mas sim a península coreana, com sua trajetória oficialmente cimentada pela fundação da Korea Football Association (KFA) em 19 de setembro de 1928. Esta data marca o alvorecer da organização formal do esporte que, décadas depois, catapultaria a Coreia do Sul para o cenário global.
Desde seus primeiros passos, a KFA buscou desenvolver o futebol no país, estabelecendo as bases para o que se tornaria uma das seleções mais respeitadas e consistentemente presentes em Copas do Mundo. A identidade dos Guerreiros Taeguk é forjada em disciplina, resiliência e uma energia inesgotável, características que se refletem em seu estilo de jogo. O uniforme predominantemente vermelho, com detalhes em branco, simboliza essa paixão e a pureza de espírito do povo sul-coreano.
A relevância da Coreia do Sul no futebol asiático é inegável, com duas conquistas da Copa da Ásia (1956 e 1960) e inúmeras classificações para o torneio continental. Contudo, foi no palco mundial que a seleção escreveu seu capítulo mais glorioso. Uma das nações mais assíduas na Copa do Mundo FIFA, a Coreia do Sul fez história ao co-organizar o torneio em 2002, ao lado do Japão. Sob a liderança do técnico Guus Hiddink, os "Guerreiros Taeguk" embarcaram em uma jornada mágica, superando adversários de peso como Portugal, Itália e Espanha, e alcançando as semifinais. Esta performance sem precedentes não só representou a melhor campanha de uma seleção asiática na história das Copas do Mundo, como também uniu o país em um fervor patriótico inesquecível, solidificando o futebol como um elemento cultural vital.
Apesar de não terem replicado a glória de 2002, a Coreia do Sul continua sendo uma força dominante na Ásia e um adversário temido globalmente, com jogadores talentosos frequentemente se destacando nas principais ligas europeias. Sua história é um testemunho da capacidade de um país em construir uma potência futebolística a partir da paixão, organização e de um espírito de luta que personifica os seus orgulhosos "Guerreiros Taeguk".
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