Hungria
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Hungria 0 × 3 França
FIM
09/06/86
Hungria
França
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Hungria 2 × 0 Canadá
FIM
06/06/86
Hungria
Canadá
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União Soviética 6 × 0 Hungria
FIM
02/06/86
União Soviética
Hungria
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Hungria 1 × 1 Bélgica
FIM
22/06/82
Hungria
Bélgica
-
Argentina 4 × 1 Hungria
FIM
18/06/82
Argentina
Hungria
-
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FIM
15/06/82
Hungria
El Salvador
-
França 3 × 1 Hungria
FIM
10/06/78
França
Hungria
-
Itália 3 × 1 Hungria
FIM
06/06/78
Itália
Hungria
-
Argentina 2 × 1 Hungria
FIM
02/06/78
Argentina
Hungria
-
União Soviética 2 × 1 Hungria
FIM
23/07/66
União Soviética
Hungria
Recordes
Estatísticas Gerais
- Vitórias
- 15
- Empates
- 3
- Derrotas
- 14
- Gols Marcados
- 87
- Gols Sofridos
- 57
- Saldo de Gols
- +30
Aproveitamento
Hungria
Média do Site
50%
36%
Recordes
- 4 Maior Sequência de Vitórias 17/06/1954 – 30/06/1954 Ver jogos desta sequência
- 4 Maior Sequência Invicta 17/06/1954 – 30/06/1954 Ver jogos desta sequência
Aplicadas
Sofridas
Principais Rivais
Sobre o Hungria
A História Gloriosa da Seleção Húngara de Futebol: Os Mágicos Magiares e a Busca por Novos Dias
A Seleção Húngara de Futebol, carinhosamente conhecida como Hungria, representa uma das mais ricas e fascinantes histórias do futebol mundial. Sua trajetória é um espelho da resiliência e paixão de uma nação pelo esporte, tendo seu ponto de partida oficial com a fundação da Federação Húngara de Futebol (Magyar Labdarúgó Szövetség – MLSZ) em 19 de janeiro de 1901, em Budapeste, capital do país. Pouco depois, em 12 de outubro de 1902, a equipe disputou sua primeira partida internacional contra a vizinha Áustria, marcando o início de uma jornada que a consagraria no cenário global.
A identidade da Hungria no futebol está indelavelmente ligada à lendária equipe dos anos 1950, os "Mágicos Magiares" (Aranycsapat). Este time revolucionário, liderado pelo icônico Ferenc Puskás e que contava com talentos como Sándor Kocsis, Nándor Hidegkuti e Zoltán Czibor, não apenas dominou o futebol mundial, mas também redefiniu táticas. Com um estilo de jogo ofensivo e fluído, considerado um precursor do "futebol total", os húngaros conquistaram a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1952 e protagonizaram feitos memoráveis, como a histórica vitória de 6 a 3 sobre a Inglaterra em Wembley, em 1953, quebrando uma invencibilidade britânica de 90 anos em casa contra seleções não-britânicas. Seu auge, porém, terminou de forma agridoce na final da Copa do Mundo de 1954, quando, apesar de serem os grandes favoritos e após uma sequência invicta de 32 jogos, perderam para a Alemanha Ocidental no que ficou conhecido como o "Milagre de Berna".
Após o esplendor dos anos 50, a Hungria viveu períodos de declínio, agravados por eventos políticos como a Revolução Húngara de 1956, que dispersou grande parte de sua talentosa geração. Embora tenha feito aparições em Copas do Mundo nas décadas seguintes e tenha produzido jogadores notáveis, a equipe não conseguiu replicar o brilho da era de Puskás. Nos últimos anos, a seleção tem mostrado sinais de recuperação, com participações na Eurocopa de 2016, 2020 e 2024, reacendendo a esperança de seus torcedores. Em Budapeste e por todo o país, o futebol continua a ser uma fonte vital de orgulho nacional, com a memória dos Mágicos Magiares servindo como eterna inspiração para as novas gerações, que buscam honrar o legado e escrever um novo capítulo glorioso na rica história da Seleção Húngara de Futebol.
A Seleção Húngara de Futebol, carinhosamente conhecida como Hungria, representa uma das mais ricas e fascinantes histórias do futebol mundial. Sua trajetória é um espelho da resiliência e paixão de uma nação pelo esporte, tendo seu ponto de partida oficial com a fundação da Federação Húngara de Futebol (Magyar Labdarúgó Szövetség – MLSZ) em 19 de janeiro de 1901, em Budapeste, capital do país. Pouco depois, em 12 de outubro de 1902, a equipe disputou sua primeira partida internacional contra a vizinha Áustria, marcando o início de uma jornada que a consagraria no cenário global.
A identidade da Hungria no futebol está indelavelmente ligada à lendária equipe dos anos 1950, os "Mágicos Magiares" (Aranycsapat). Este time revolucionário, liderado pelo icônico Ferenc Puskás e que contava com talentos como Sándor Kocsis, Nándor Hidegkuti e Zoltán Czibor, não apenas dominou o futebol mundial, mas também redefiniu táticas. Com um estilo de jogo ofensivo e fluído, considerado um precursor do "futebol total", os húngaros conquistaram a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1952 e protagonizaram feitos memoráveis, como a histórica vitória de 6 a 3 sobre a Inglaterra em Wembley, em 1953, quebrando uma invencibilidade britânica de 90 anos em casa contra seleções não-britânicas. Seu auge, porém, terminou de forma agridoce na final da Copa do Mundo de 1954, quando, apesar de serem os grandes favoritos e após uma sequência invicta de 32 jogos, perderam para a Alemanha Ocidental no que ficou conhecido como o "Milagre de Berna".
Após o esplendor dos anos 50, a Hungria viveu períodos de declínio, agravados por eventos políticos como a Revolução Húngara de 1956, que dispersou grande parte de sua talentosa geração. Embora tenha feito aparições em Copas do Mundo nas décadas seguintes e tenha produzido jogadores notáveis, a equipe não conseguiu replicar o brilho da era de Puskás. Nos últimos anos, a seleção tem mostrado sinais de recuperação, com participações na Eurocopa de 2016, 2020 e 2024, reacendendo a esperança de seus torcedores. Em Budapeste e por todo o país, o futebol continua a ser uma fonte vital de orgulho nacional, com a memória dos Mágicos Magiares servindo como eterna inspiração para as novas gerações, que buscam honrar o legado e escrever um novo capítulo glorioso na rica história da Seleção Húngara de Futebol.