Sobre a Partida
Marseille, 16 de junho de 1938. Sob o sol escaldante do Stade Vélodrome, o palco estava armado para um embate de titãs na semifinal da Copa do Mundo. De um lado, a máquina italiana de Vittorio Pozzo, bicampeã em potencial, personificando a disciplina tática e a força de um regime. Do outro, o Brasil, exuberante, com seu futebol arte, mas talvez excessivamente confiante. A lenda conta que a delegação brasileira já havia reservado passagens de volta para Paris para a final, tamanha a certeza da vitória.
O maior erro estratégico: Leônidas da Silva, o "Diamante Negro", fora poupado, supostamente para a final. A ausência do gênio brasileiro era um buraco negro na estratégia. O jogo foi tenso no primeiro tempo, com defesas sólidas de ambos os lados. Mas na segunda etapa, a Azzurra mostrou sua letalidade. Aos 55 minutos, Gino Colaussi abriu o placar, explorando a desorganização defensiva brasileira. Pouco depois, aos 60, o maestro Giuseppe Meazza, com uma frieza lendária, converteu um pênalti, praticamente selando o destino da partida.
O Brasil, com Romeu, Patesko e Perácio, tentou reagir, mas o gol de honra de Romeu Pélèa, já aos 87 minutos, veio tarde demais. O apito final confirmou a vitória italiana por 2 a 1. A ambição brasileira foi frustrada pela pragmática e implacável Itália, que seguiria para conquistar seu segundo título consecutivo, deixando para o Brasil a lição amarga de que a arte, por si só, nem sempre vence a organização e a experiência em momentos decisivos. Uma derrota que ecoou como um aviso para o futuro do futebol canarinho.
O maior erro estratégico: Leônidas da Silva, o "Diamante Negro", fora poupado, supostamente para a final. A ausência do gênio brasileiro era um buraco negro na estratégia. O jogo foi tenso no primeiro tempo, com defesas sólidas de ambos os lados. Mas na segunda etapa, a Azzurra mostrou sua letalidade. Aos 55 minutos, Gino Colaussi abriu o placar, explorando a desorganização defensiva brasileira. Pouco depois, aos 60, o maestro Giuseppe Meazza, com uma frieza lendária, converteu um pênalti, praticamente selando o destino da partida.
O Brasil, com Romeu, Patesko e Perácio, tentou reagir, mas o gol de honra de Romeu Pélèa, já aos 87 minutos, veio tarde demais. O apito final confirmou a vitória italiana por 2 a 1. A ambição brasileira foi frustrada pela pragmática e implacável Itália, que seguiria para conquistar seu segundo título consecutivo, deixando para o Brasil a lição amarga de que a arte, por si só, nem sempre vence a organização e a experiência em momentos decisivos. Uma derrota que ecoou como um aviso para o futuro do futebol canarinho.
Gols
51'
Colaussi
60'
Meazza
87'
Romeu
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Domingos
DEF
-
Martim
DEF
-
Machado
DEF
-
Peracio
ATA
-
Romeu
ATA
-
Lopes
ATA
-
Valter
GOL
-
Luizinho
ATA
-
Patesko
ATA
-
Afonsinho
MEI
-
Ademar Pimenta
TEC
-
Zezé Procópio
MEI
Itália
Titulares
-
Colaussi
ATA
-
Foni
DEF
-
Piola
ATA
-
Locatelli
MEI
-
Meazza
MEI
-
Ferrari
MEI
-
Serantoni
MEI
-
Andreolo
MEI
-
Rava
DEF
-
Olivieri
GOL
-
Vittorio Pozzo
TEC
-
Biavati
ATA
Arbitragem
Árbitro
Wüthrich
Árbitro
Wüthrich
Árbitro
Wüthrich