Sobre a Partida
Gotemburgo, 11 de junho de 1958. A Suécia era o palco da sexta Copa do Mundo, e a expectativa pairava sobre o Estádio Ullevi para o embate entre o Brasil, com sua magia emergente, e a tradicional Inglaterra. Era um confronto de estilos, de uma Seleção Brasileira que buscava sua afirmação, com talentos como Didi e Garrincha – o 'Anjo das Pernas Tortas' que já mostrava seu repertório de dribles indomáveis – contra a solidez inglesa, capitaneada pelo lendário Billy Wright e com a velocidade de Tom Finney. Um jovem Pelé, poupado devido a uma lesão e ainda aguardando sua chance de brilhar, assistia do banco.
A partida foi um duelo tático intenso, um xadrez no gramado. Lances de perigo surgiram de ambos os lados, com Vavá e Didi testando a zaga britânica e o goleiro Colin McDonald, enquanto Gilmar, seguro na meta brasileira, garantia a retaguarda. A rede teimou em não balançar. O vigor inglês de Johnny Haynes e a técnica brasileira se anulavam em um confronto de marcação cerrada e poucas finalizações certeiras. Os minutos escorriam, e a frustração crescia na torcida e nos jogadores.
Ao apito final, o placar cravou um inédito 0 a 0. Não era apenas um empate sem gols; era o *primeiro* 0 a 0 na história das Copas do Mundo. Uma partida que, apesar da ausência de gols, se tornaria um marco por sua singularidade e pelo prelúdio da revolução tática que o Brasil empreenderia nos jogos seguintes, culminando em sua primeira estrela.
A partida foi um duelo tático intenso, um xadrez no gramado. Lances de perigo surgiram de ambos os lados, com Vavá e Didi testando a zaga britânica e o goleiro Colin McDonald, enquanto Gilmar, seguro na meta brasileira, garantia a retaguarda. A rede teimou em não balançar. O vigor inglês de Johnny Haynes e a técnica brasileira se anulavam em um confronto de marcação cerrada e poucas finalizações certeiras. Os minutos escorriam, e a frustração crescia na torcida e nos jogadores.
Ao apito final, o placar cravou um inédito 0 a 0. Não era apenas um empate sem gols; era o *primeiro* 0 a 0 na história das Copas do Mundo. Uma partida que, apesar da ausência de gols, se tornaria um marco por sua singularidade e pelo prelúdio da revolução tática que o Brasil empreenderia nos jogos seguintes, culminando em sua primeira estrela.
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Vicente Feola
TEC
-
Mazzola
ATA
-
Joel
ATA
-
Vavá
ATA
-
Gilmar
GOL
-
De Sordi
LAT
-
Dino Sani
MEI
-
Zagallo
ATA
-
Didi
MEI
-
Orlando Peçanha
DEF
-
Nilton Santos
DEF
-
Bellini
DEF
Inglaterra
Titulares
-
Robson
ATA
-
Kevan
ATA
-
Clamp
MEI
-
Wright
MEI
-
Slater
MEI
-
Banks
DEF
-
Howe
DEF
-
Mc Donald
GOL
-
Douglas
ATA
-
Haynes
ATA
-
Walter Winterbottom
TEC
-
Court
ATA
Arbitragem
Árbitro
Dusch