Sobre a Partida
Na tarde fria de 7 de junho de 1962, o Estádio Braden em Rancagua, Chile, testemunhava um duelo de xadrez tático pela Copa do Mundo. A Inglaterra, com a geração dourada que em breve levantaria a taça – liderada por nomes como Bobby Charlton, o artilheiro Jimmy Greaves e o capitão Johnny Haynes – enfrentava a Bulgária, uma força emergente do Leste Europeu, determinada a não ser um mero figurante. Era a segunda partida de ambas as seleções no Grupo 4, e um empate não serviria a ninguém, com ambas as equipes precisando de pontos para sonhar com a próxima fase.
O campo pesado e o nervosismo pairavam no ar. A torcida chilena, embora não totalmente neutra, ansiava por gols, mas o que viu foi uma batalha de defesas implacáveis. Greaves, conhecido por sua faro de gol, teve pelo menos duas chances claras de abrir o placar, mas a pontaria falhou ou o goleiro búlgaro Georgi Naidenov operou milagres impressionantes. Do outro lado, a Bulgária, com o seu centroavante Ivan Kolev e o jovem talento Georgi Asparuhov, vez ou outra assustava a meta inglesa, defendida por Ron Springett, em rápidos contra-ataques que careciam de finalização precisa.
O tempo escoou sem que as redes balançassem. O apito final do árbitro peruano Arturo Yamasaki selou um frustrante 0 a 0. Para a Inglaterra, com aspirações elevadas, o resultado foi um revés, deixando-os em situação delicada no grupo. Para a Bulgária, embora o ponto fosse um alívio contra um adversário mais forte, ainda era insuficiente para suas chances de avançar. Um empate sem brilho que deixou o gosto amargo da oportunidade perdida para ambos os lados, naquele dia gélido no coração do Chile.
O campo pesado e o nervosismo pairavam no ar. A torcida chilena, embora não totalmente neutra, ansiava por gols, mas o que viu foi uma batalha de defesas implacáveis. Greaves, conhecido por sua faro de gol, teve pelo menos duas chances claras de abrir o placar, mas a pontaria falhou ou o goleiro búlgaro Georgi Naidenov operou milagres impressionantes. Do outro lado, a Bulgária, com o seu centroavante Ivan Kolev e o jovem talento Georgi Asparuhov, vez ou outra assustava a meta inglesa, defendida por Ron Springett, em rápidos contra-ataques que careciam de finalização precisa.
O tempo escoou sem que as redes balançassem. O apito final do árbitro peruano Arturo Yamasaki selou um frustrante 0 a 0. Para a Inglaterra, com aspirações elevadas, o resultado foi um revés, deixando-os em situação delicada no grupo. Para a Bulgária, embora o ponto fosse um alívio contra um adversário mais forte, ainda era insuficiente para suas chances de avançar. Um empate sem brilho que deixou o gosto amargo da oportunidade perdida para ambos os lados, naquele dia gélido no coração do Chile.
Escalações
Bulgária
Titulares
-
Dimov
DEF
-
Velichkov
ATA
-
Kovachev
MEI
-
Kostov
MEI
-
Georgi Patchedjiev
TEC
-
Kostov
ATA
-
Naidenov
GOL
-
Kolev
ATA
-
Dermendjev
ATA
-
Asparukhov
ATA
-
Dimitrov
DEF
-
Jetchev
DEF
Inglaterra
Titulares
-
Haynes
ATA
-
Flowers
MEI
-
Norman
MEI
-
Douglas
ATA
-
Armfield
DEF
-
Springett
GOL
-
Walter Winterbottom
TEC
-
Moore
DEF
-
Greaves
ATA
-
Wilson
DEF
-
Charlton
ATA
-
Peacock
ATA
Arbitragem
Árbitro
Blavier
Árbitro
Blavier
Árbitro
Blavier