Sobre a Partida
O imponente Estádio de Wembley respirava a tensão da expectativa naquele 11 de julho de 1966. A anfitriã Inglaterra, liderada pela elegância de Bobby Moore e a potência de Bobby Charlton, abria sua campanha na Copa do Mundo contra o bicampeão Uruguai. O relógio marcava o início de uma batalha tática que se tornaria um clássico da contenção.
Sob o comando de Juan Carlos Corazzo, a Celeste Olímpica, com a astúcia de Pedro Rocha e a muralha defensiva de Ladislao Mazurkiewicz, montou uma fortaleza intransponível. Os ingleses, impulsionados por um público fervoroso, tentavam de todas as formas furar o bloqueio uruguaio. Bobby Charlton arriscou seus famosos chutes de longa distância, Geoff Hurst se debatia na área, mas cada investida encontrava a perna de um defensor celeste ou a luva firme do goleiro.
Foi um duelo de estilos: a busca incessante do ataque inglês contra a disciplina tática e a fibra charrúa. O meio-campo, com Nobby Stiles em seu papel incansável e a solidez de Héctor Silva, virou um campo minado. Apesar da pressão dos Três Leões, os uruguaios resistiram com maestria, pontuando a partida com raras, mas perigosas, investidas de contra-ataque.
O apito final ecoou por Wembley, confirmando um 0 a 0 que foi, para a Inglaterra, um balde de água fria em casa, mas para o Uruguai, uma vitória tática e um sinal de que sua velha guarda ainda tinha muito a dizer. A Copa começava com um enigma para os anfitriões.
Sob o comando de Juan Carlos Corazzo, a Celeste Olímpica, com a astúcia de Pedro Rocha e a muralha defensiva de Ladislao Mazurkiewicz, montou uma fortaleza intransponível. Os ingleses, impulsionados por um público fervoroso, tentavam de todas as formas furar o bloqueio uruguaio. Bobby Charlton arriscou seus famosos chutes de longa distância, Geoff Hurst se debatia na área, mas cada investida encontrava a perna de um defensor celeste ou a luva firme do goleiro.
Foi um duelo de estilos: a busca incessante do ataque inglês contra a disciplina tática e a fibra charrúa. O meio-campo, com Nobby Stiles em seu papel incansável e a solidez de Héctor Silva, virou um campo minado. Apesar da pressão dos Três Leões, os uruguaios resistiram com maestria, pontuando a partida com raras, mas perigosas, investidas de contra-ataque.
O apito final ecoou por Wembley, confirmando um 0 a 0 que foi, para a Inglaterra, um balde de água fria em casa, mas para o Uruguai, uma vitória tática e um sinal de que sua velha guarda ainda tinha muito a dizer. A Copa começava com um enigma para os anfitriões.
Escalações
Inglaterra
Titulares
-
Connelly
ATA
-
Charlton
ATA
-
Banks
GOL
-
Charlton
DEF
-
Cohen
DEF
-
Wilson
DEF
-
Stiles
MEI
-
Hunt
ATA
-
Greaves
ATA
-
Ball
MEI
-
Moore
DEF
-
Alf Ramsey
TEC
Uruguai
Titulares
-
Viera
ATA
-
Perez
ATA
-
Héctor Silva
MEI
-
Manicera
ZAD
-
Ondino Vieira
TEC
-
Troche
DEF
-
Pedro Rocha
MEI
-
Caetano
MEI
-
Mazurkiewicz
GOL
-
Ubinas
MEI
-
Cortez
ATA
-
Goncalves
DEF
Arbitragem
Árbitro
Zsolt