Sobre a Partida
Mar del Plata, 6 de junho de 1978. A atmosfera argentina, elétrica e febril, recebia o confronto entre a emergente Itália e a valente Hungria, pela temida "chave da morte" da Copa do Mundo. Após a vitória surpreendente sobre a França, a Azzurra de Enzo Bearzot entrava em campo com a moral em alta, liderada pela segurança de Dino Zoff, a inteligência de Giancarlo Antognoni e a garra de Marco Tardelli. Do outro lado, uma Hungria que, apesar da derrota para a anfitriã Argentina, sonhava em incomodar, contando com a experiência de Ferenc Bene e a habilidade de András Törőcsik.
O jogo começou tenso, mas a Itália, com seu estilo pragmático e letal, não demorou a impor sua marca. Aos 34 minutos, o jovem prodígio Paolo Rossi, em seu primeiro Mundial, abriu o placar, provando seu faro de gol. Quase que imediatamente, aos 35, Roberto Bettega, com sua elegância e oportunismo, ampliou, jogando um balde de água fria nas esperanças húngaras. Contudo, antes do intervalo, András Tóth, de pênalti, reacendeu a chama magiar, diminuindo para 2 a 1.
O segundo tempo viu uma Itália mais controlada, administrando o resultado e mostrando a solidez defensiva de Gaetano Scirea e Claudio Gentile. Os húngaros lutaram bravamente, mas esbarravam na parede azul. Aos 83 minutos, Antonio Cabrini, em outro pênalti, selou a vitória por 3 a 1, confirmando a ascensão de uma Itália que, de mera coadjuvante, começava a se desenhar como uma das grandes protagonistas daquele Mundial. A Azzurra seguia firme, com o sonho do tricampeonato mais vivo do que nunca.
O jogo começou tenso, mas a Itália, com seu estilo pragmático e letal, não demorou a impor sua marca. Aos 34 minutos, o jovem prodígio Paolo Rossi, em seu primeiro Mundial, abriu o placar, provando seu faro de gol. Quase que imediatamente, aos 35, Roberto Bettega, com sua elegância e oportunismo, ampliou, jogando um balde de água fria nas esperanças húngaras. Contudo, antes do intervalo, András Tóth, de pênalti, reacendeu a chama magiar, diminuindo para 2 a 1.
O segundo tempo viu uma Itália mais controlada, administrando o resultado e mostrando a solidez defensiva de Gaetano Scirea e Claudio Gentile. Os húngaros lutaram bravamente, mas esbarravam na parede azul. Aos 83 minutos, Antonio Cabrini, em outro pênalti, selou a vitória por 3 a 1, confirmando a ascensão de uma Itália que, de mera coadjuvante, começava a se desenhar como uma das grandes protagonistas daquele Mundial. A Azzurra seguia firme, com o sonho do tricampeonato mais vivo do que nunca.
Gols
34'
Rossi
36'
Bettega
60'
Benetti
81'
Andreas Toth
Escalações
Itália
Titulares
-
Zoff
GOL
-
Bettega
ATA
-
Bellugi
MEI
-
Rossi
ATA
-
Tardelli
MEI
-
Antognoni
MEI
-
Gentile
DEF
-
Scirea
DEF
-
Cabrini
DEF
-
Enzo Bearzot
TEC
-
Causio
MEI
-
Benetti
MEI
Reservas
-
Cuccureddu
DEF
-
Graziani
ATA
Hungria
Titulares
-
Fazekas
ATA
-
Meszaros
GOL
-
Csapo
MEI
-
Zombori
MEI
-
Nagy
MEI
-
Pinter
MEC
-
Kocsis
DEF
-
Kereki
DEF
-
Jozsef Toth
DEF
-
Martos
DEF
-
Lajos Baroti
TEC
-
Pusztai
ATA
Reservas
-
Andreas Toth
ATA
-
Halasz
MEI
Arbitragem
Árbitro
Barreto Ruiz