Sobre a Partida
Na quente tarde de 13 de julho de 1994, sob o sol escaldante de East Rutherford, o Giants Stadium testemunhava um confronto épico: a Bulgária, a grande sensação da Copa, contra a tradicional Itália, em busca de mais uma final. A expectativa era imensa. De um lado, a geração de ouro búlgara, liderada pelo temperamental artilheiro Hristo Stoichkov, que havia surpreendido o mundo. Do outro, a Azzurra, carregada nos ombros do gênio intermitente Roberto Baggio.
Foi o 'Divino Cavallino' quem rasgou o silêncio e o nervosismo inicial. Aos 21 minutos, Baggio recebeu na entrada da área, driblou com elegância e, com um toque mágico, curvou a bola no ângulo, um gol de placa que fez a Itália explodir. Não satisfeito, apenas cinco minutos depois, ele aproveitou uma sobra e, com frieza letal, ampliou o placar para 2 a 0, colocando os italianos com uma vantagem confortável.
Mas a Bulgária não se dobrava. Pouco antes do intervalo, Stoichkov, com sua raça inconfundível, converteu um pênalti questionável, acendendo novamente a chama da esperança búlgara e tornando o jogo uma batalha frenética. A segunda etapa foi um embate de nervos, com os búlgaros pressionando incessantemente em busca do empate, sentindo-se privados de outro pênalti claro que poderia ter mudado a história. A defesa italiana, resiliente e comandada por lendas como Maldini, segurou a pressão.
O apito final selou o destino: Itália 2, Bulgária 1. A Azzurra carimbava seu passaporte para Pasadena, enquanto a brilhante jornada búlgara chegava ao fim, deixando um legado de coragem e talento que marcou para sempre o futebol mundial. Baggio, mais uma vez, era o herói.
Foi o 'Divino Cavallino' quem rasgou o silêncio e o nervosismo inicial. Aos 21 minutos, Baggio recebeu na entrada da área, driblou com elegância e, com um toque mágico, curvou a bola no ângulo, um gol de placa que fez a Itália explodir. Não satisfeito, apenas cinco minutos depois, ele aproveitou uma sobra e, com frieza letal, ampliou o placar para 2 a 0, colocando os italianos com uma vantagem confortável.
Mas a Bulgária não se dobrava. Pouco antes do intervalo, Stoichkov, com sua raça inconfundível, converteu um pênalti questionável, acendendo novamente a chama da esperança búlgara e tornando o jogo uma batalha frenética. A segunda etapa foi um embate de nervos, com os búlgaros pressionando incessantemente em busca do empate, sentindo-se privados de outro pênalti claro que poderia ter mudado a história. A defesa italiana, resiliente e comandada por lendas como Maldini, segurou a pressão.
O apito final selou o destino: Itália 2, Bulgária 1. A Azzurra carimbava seu passaporte para Pasadena, enquanto a brilhante jornada búlgara chegava ao fim, deixando um legado de coragem e talento que marcou para sempre o futebol mundial. Baggio, mais uma vez, era o herói.
Gols
20'
Baggio
25'
Baggio
44'
Stoichkov
Escalações
Bulgária
Titulares
-
Kriakov
DEF
-
Letchkov
MEI
-
Sirakov
MEI
-
Houbchev
DEF
-
Mihailov
GOL
-
Penev
TEC
-
Kostadinov
ATA
-
Ivanov
DEF
-
Tzvetanov
DEF
-
Iankov
MEI
-
Stoichkov
ATA
-
Balakov
MEI
Reservas
-
Iordanov
MEI
-
Guenchev
MEI
Itália
Titulares
-
Berti
MEI
-
Donadoni
MEI
-
Casiraghi
ATA
-
Mussi
DEF
-
Benarrivo
DEF
-
Arrigo Sacchi
TEC
-
Pagliuca
GOL
-
Costacurta
DEF
-
Albertini
MEI
-
Baggio
ATA
-
Baggio
MEI
-
Maldini
DEF
-
Maldini
DEF
Reservas
-
Antonio Conte
MEC
-
Signori
ATA
Arbitragem
Árbitro
Joël Quiniou
Árbitro
Joël Quiniou