Sobre a Partida
A noite de 23 de junho de 1998 era de pura eletricidade para Escócia e Marrocos. No Stade Geoffroy-Guichard, em Saint-Étienne, o sonho da classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo estava em jogo. A Escócia, com sua torcida apaixonada, esperava que a sorte finalmente virasse após um empate e uma derrota. Marrocos, representando o orgulho africano, ansiava por uma campanha histórica após um empate e uma derrota, precisando desesperadamente da vitória.
Mas a esperança escocesa desmoronou rapidamente. Logo aos 22 minutos, o atacante Salaheddine Bassir abriu o placar para Marrocos, injetando confiança nos Leões do Atlas. O meio-campo marroquino, orquestrado por um inspirado Mustapha Hadji, dominava as ações, superando a raça de John Collins e Colin Hendry.
O segundo tempo começou com um golpe ainda mais duro para os escoceses: Abdeljalil Hadda, conhecido como "Camacho", ampliou aos 47 minutos, deixando a Escócia atordoada. A pá de cal veio aos 54 minutos, quando o meio-campista Craig Burley recebeu um cartão vermelho direto, selando o destino escocês. Com um jogador a menos, a resistência se tornou impossível. Bassir, novamente, marcou aos 85 minutos, consolidando a vitória marroquina por 3 a 0.
Apesar do triunfo categórico, a alegria marroquina foi agridoce. No jogo simultâneo, a Noruega surpreendia o Brasil, vencendo por 2 a 1 e garantindo a segunda vaga do grupo. Assim, a Escócia dava adeus à Copa, mais uma vez sem avançar, e Marrocos, apesar de uma performance memorável, era eliminada de forma dolorosa. Um clássico da ironia futebolística.
Mas a esperança escocesa desmoronou rapidamente. Logo aos 22 minutos, o atacante Salaheddine Bassir abriu o placar para Marrocos, injetando confiança nos Leões do Atlas. O meio-campo marroquino, orquestrado por um inspirado Mustapha Hadji, dominava as ações, superando a raça de John Collins e Colin Hendry.
O segundo tempo começou com um golpe ainda mais duro para os escoceses: Abdeljalil Hadda, conhecido como "Camacho", ampliou aos 47 minutos, deixando a Escócia atordoada. A pá de cal veio aos 54 minutos, quando o meio-campista Craig Burley recebeu um cartão vermelho direto, selando o destino escocês. Com um jogador a menos, a resistência se tornou impossível. Bassir, novamente, marcou aos 85 minutos, consolidando a vitória marroquina por 3 a 0.
Apesar do triunfo categórico, a alegria marroquina foi agridoce. No jogo simultâneo, a Noruega surpreendia o Brasil, vencendo por 2 a 1 e garantindo a segunda vaga do grupo. Assim, a Escócia dava adeus à Copa, mais uma vez sem avançar, e Marrocos, apesar de uma performance memorável, era eliminada de forma dolorosa. Um clássico da ironia futebolística.
Gols
22'
Bassir
46'
Hada
85'
Bassir
Escalações
Escócia
Titulares
-
Durie
ATA
-
Mc Namara
DEF
-
Weir
ATA
-
Gallacher
ATA
-
Paul Lambert
MEC
-
Burley
MEI
-
Collins
MEI
-
Dailly
DEF
-
Boyd
DEF
-
Hendry
DEF
-
Leighton
GOL
-
Craig Brown
TEC
Reservas
-
Booth
ATA
-
Mc Kinlay
DEF
Marrocos
Titulares
-
Triki
DEF
-
Bassir
ATA
-
Hada
ATA
-
Amzine
MEI
-
Chippo
MEI
-
Abrami
DEF
-
Saber
DEF
-
Benzekri
GOL
-
Michel
TEC
-
Hadji
MEI
-
El Khalej
DEF
-
Naybet
DEF
Reservas
-
Rossi
DEF
-
Azzouzi
MEI
-
Sellami
MEI
Arbitragem
Árbitro
Ali Mohammed Bujsaim