Sobre a Partida
Poucos confrontos no futebol mundial carregam tanta carga histórica e emocional quanto Argentina contra Inglaterra. Em 7 de junho de 2002, no icônico Sapporo Dome, o mundo parou para testemunhar mais um capítulo dessa saga, com a sombra das Malvinas e os fantasmas de Copas anteriores pairando sobre o gramado. Na fase de grupos da Copa do Mundo de 2002, era o 'Grupo da Morte', e o peso da rivalidade elevava o confronto a um patamar de vida ou morte futebolística para ambas as seleções.
A Argentina, recheada de estrelas como Gabriel Batistuta, Juan Sebastián Verón e Ariel Ortega, buscava afirmar sua candidatura ao título após uma eliminatória impecável. Do outro lado, a Inglaterra de Sven-Göran Eriksson, com Michael Owen, Paul Scholes e, claro, David Beckham, queria exorcizar os demônios de 1998 e provar seu valor. O jogo foi tático, intenso, com chances para ambos os lados, mas o destino já havia escrito um roteiro dramático. Aos 44 minutos do primeiro tempo, Owen foi derrubado na área por Mauricio Pochettino. Pênalti! A responsabilidade caiu sobre os ombros de David Beckham.
Com a frieza de um cirurgião, o capitão inglês, vilão da eliminação em 1998, cobrou com perfeição, estufando as redes e silenciando a torcida argentina. Era a redenção pessoal de Beckham, um gol que valia mais que três pontos – valia a vingança e a afirmação de um líder. A Argentina tentou reagir no segundo tempo, com Hernán Crespo em campo, mas a muralha defensiva inglesa, liderada por Rio Ferdinand e Sol Campbell, se manteve firme. O apito final confirmou o 1 a 0 para a Inglaterra, um resultado que não apenas colocava os ingleses em vantagem no grupo, mas deixava a Argentina à beira de uma eliminação precoce e chocante, um golpe que poucos imaginavam.
A Argentina, recheada de estrelas como Gabriel Batistuta, Juan Sebastián Verón e Ariel Ortega, buscava afirmar sua candidatura ao título após uma eliminatória impecável. Do outro lado, a Inglaterra de Sven-Göran Eriksson, com Michael Owen, Paul Scholes e, claro, David Beckham, queria exorcizar os demônios de 1998 e provar seu valor. O jogo foi tático, intenso, com chances para ambos os lados, mas o destino já havia escrito um roteiro dramático. Aos 44 minutos do primeiro tempo, Owen foi derrubado na área por Mauricio Pochettino. Pênalti! A responsabilidade caiu sobre os ombros de David Beckham.
Com a frieza de um cirurgião, o capitão inglês, vilão da eliminação em 1998, cobrou com perfeição, estufando as redes e silenciando a torcida argentina. Era a redenção pessoal de Beckham, um gol que valia mais que três pontos – valia a vingança e a afirmação de um líder. A Argentina tentou reagir no segundo tempo, com Hernán Crespo em campo, mas a muralha defensiva inglesa, liderada por Rio Ferdinand e Sol Campbell, se manteve firme. O apito final confirmou o 1 a 0 para a Inglaterra, um resultado que não apenas colocava os ingleses em vantagem no grupo, mas deixava a Argentina à beira de uma eliminação precoce e chocante, um golpe que poucos imaginavam.
Gols
44'
Beckham
Escalações
Argentina
Titulares
-
Diego Simeone
VOL
-
Verón
MEC
-
Javier Zanetti
LAD
-
Placente
LAE
-
Mauricio Pochettino
DEF
-
Gonzalez
ATA
-
Sorín
LAT
-
Samuel
ZAE
-
Marcelo Bielsa
TEC
-
Ortega
ATA
-
Batistuta
ATA
-
Cavallero
GOL
Reservas
-
Lopez
ATA
-
Crespo
ATA
-
Pablo Aimar
MEC
Inglaterra
Titulares
-
Hargreaves
VOL
-
Heskey
ATA
-
Owen
ATA
-
Paul Scholes
VOL
-
Beckham
MEC
-
Butt
MEI
-
Ashley Cole
LAE
-
Mills
DEF
-
Campbell
DEF
-
Ferdinand
ZAE
-
Seaman
GOL
-
Sven-Göran Eriksson
TEC
Reservas
-
Sheringham
ATA
-
Sinclair
MEI
-
Bridge
LAE
Arbitragem
Árbitro
Pierluigi Collina