Sobre a Partida
Naquela noite gélida de 25 de junho de 2002, o Estádio da Copa do Mundo de Seul fervilhava, testemunhando um dos confrontos mais carregados de emoção do Mundial. De um lado, a pragmática e eficiente Alemanha, liderada pela muralha Oliver Kahn e o motor Michael Ballack, buscava sua vaga na grande final. Do outro, a surpreendente e apaixonada Coreia do Sul, co-anfitriã e comandada pelo maestro Guus Hiddink, que havia derrubado gigantes como Itália e Espanha, sonhava em fazer história na frente de sua torcida ensandecida.
A semifinal era um duelo épico entre a experiência europeia e a garra asiática. Os coreanos, com sua energia inesgotável e a habilidade de Park Ji-sung e Ahn Jung-hwan, pressionavam, mas encontravam uma defesa alemã sólida e bem postada. A tensão era palpável, com chances para ambos os lados, mas o gol parecia não querer sair.
O momento decisivo, que quebraria a resistência coreana e o silêncio alemão, veio aos 75 minutos. Uma jogada bem trabalhada encontrou Miroslav Klose, que chutou para a defesa do goleiro Lee Woon-jae. No rebote, Michael Ballack, implacável, não perdoou e empurrou para as redes. O gol, no entanto, veio com um preço amargo para o craque alemão, que recebeu um cartão amarelo e estaria suspenso para a final. A Coreia, com Hong Myung-bo na zaga e a força de sua torcida, ainda tentou o empate, mas a muralha de Kahn se manteve inabalável. A Alemanha, fria e cirúrgica, carimbou seu passaporte para Yokohama, deixando para trás uma Coreia do Sul heroica, que cativou o mundo com sua jornada inesquecível.
A semifinal era um duelo épico entre a experiência europeia e a garra asiática. Os coreanos, com sua energia inesgotável e a habilidade de Park Ji-sung e Ahn Jung-hwan, pressionavam, mas encontravam uma defesa alemã sólida e bem postada. A tensão era palpável, com chances para ambos os lados, mas o gol parecia não querer sair.
O momento decisivo, que quebraria a resistência coreana e o silêncio alemão, veio aos 75 minutos. Uma jogada bem trabalhada encontrou Miroslav Klose, que chutou para a defesa do goleiro Lee Woon-jae. No rebote, Michael Ballack, implacável, não perdoou e empurrou para as redes. O gol, no entanto, veio com um preço amargo para o craque alemão, que recebeu um cartão amarelo e estaria suspenso para a final. A Coreia, com Hong Myung-bo na zaga e a força de sua torcida, ainda tentou o empate, mas a muralha de Kahn se manteve inabalável. A Alemanha, fria e cirúrgica, carimbou seu passaporte para Yokohama, deixando para trás uma Coreia do Sul heroica, que cativou o mundo com sua jornada inesquecível.
Gols
75'
Ballack
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Voeller
TEC
-
Hamann
MEI
-
Ramelow
MEI
-
Bode
ATA
-
Neuville
ATA
-
Klose
ATA
-
Schneider
MEI
-
Ballack
MEC
-
Kahn
GOL
-
Frings
MEC
-
Linke
DEF
-
Metzelder
ZAD
Reservas
-
Bierhoff
ATA
-
Asamoah
ATA
-
Jeremies
MEI
Coreia do Sul
Titulares
-
Song Chong Gug
MEI
-
Park Ji-Sung
MEC
-
Lee Chun Soo
ATA
-
Lee Young-Pyo
LAE
-
Yoo Sang Chul
DEF
-
Hwang Sun Hong
ATA
-
Kim Tae Young
DEF
-
Cha Du-Ri
LAD
-
Hong Myung Bo
DEF
-
Guus Hiddink
TEC
-
Lee Woon-Jae
GOL
-
Choi Jin Cheul
DEF
Reservas
-
Seol Ki Hyeon
ATA
-
Ahn
ATA
-
Lee Min
DEF
Arbitragem
Árbitro
Urs Meier
Árbitro
Urs Meier