Sobre a Partida
No calor vibrante da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, a fase de grupos reservou um confronto de estilos no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane. Era 22 de junho, e a Argentina de Diego Maradona, já classificada e com um Lionel Messi fulgurante, enfrentava uma Grécia lutando desesperadamente pela sobrevivência. Com a Albiceleste buscando a perfeição e a Grécia de Otto Rehhagel confiando em sua famosa solidez defensiva, o duelo prometia tática e emoção.
Maradona, mesmo com o avanço garantido, não abdicou do espetáculo, embora tenha promovido algumas mudanças. A "Pulga Atômica" Messi era uma constante ameaça, ditando o ritmo e colecionando chances, mas esbarrando na muralha grega e, por vezes, na própria trave. A Grécia, campeã europeia de 2004, tentava resistir, sonhando com um milagre que a levasse às oitavas.
A muralha helênica, porém, cedeu aos 77 minutos. Após um escanteio e um bate-rebate na área, o zagueiro Martín Demichelis, com oportunismo, abriu o placar, aliviando a tensão argentina. Mas o lance que eternizou a noite veio aos 89 minutos: o veterano Martín Palermo, um ícone do futebol argentino, entrou em campo e, após um chute de Messi defendido pelo goleiro, estava lá para empurrar para as redes. Aos 36 anos, Palermo vivia seu momento de glória na Copa, um gol que selou a vitória por 2 a 0, confirmando a Argentina com 100% de aproveitamento no grupo e encerrando a jornada grega no torneio. Era a força de um coletivo, liderado por lendas e estrelas, que se impunha.
Maradona, mesmo com o avanço garantido, não abdicou do espetáculo, embora tenha promovido algumas mudanças. A "Pulga Atômica" Messi era uma constante ameaça, ditando o ritmo e colecionando chances, mas esbarrando na muralha grega e, por vezes, na própria trave. A Grécia, campeã europeia de 2004, tentava resistir, sonhando com um milagre que a levasse às oitavas.
A muralha helênica, porém, cedeu aos 77 minutos. Após um escanteio e um bate-rebate na área, o zagueiro Martín Demichelis, com oportunismo, abriu o placar, aliviando a tensão argentina. Mas o lance que eternizou a noite veio aos 89 minutos: o veterano Martín Palermo, um ícone do futebol argentino, entrou em campo e, após um chute de Messi defendido pelo goleiro, estava lá para empurrar para as redes. Aos 36 anos, Palermo vivia seu momento de glória na Copa, um gol que selou a vitória por 2 a 0, confirmando a Argentina com 100% de aproveitamento no grupo e encerrando a jornada grega no torneio. Era a força de um coletivo, liderado por lendas e estrelas, que se impunha.
Gols
78'
Demichelis
89'
Palermo
Escalações
Grécia
Titulares
-
Karagounis
MEC
-
Katsouranis
VOL
-
Torosidis
LAD
-
Sokratis
ZAD
-
Otto Rehhagel
TEC
-
Tzorvas
GOL
-
Moras
ZAE
-
Vyntra
ZAD
-
Kyrgiakos
ZAD
-
Avraam Papadopoulos
ZAD
-
Tziolis
VOL
-
Samaras
ATA
Reservas
-
Patsatzoglou
VOL
-
Ninis
VOL
-
Spiropoulos
LAE
Argentina
Titulares
-
Otamendi
ZAD
-
Maradona
TEC
-
Bolatti
VOL
-
Clemente Rodríguez
LAE
-
Verón
MEC
-
Messi
ATA
-
Diego Milito
ATA
-
Nicolás Burdisso
ZAD
-
Sergio Romero
GOL
-
Agüero
ATA
-
Demichelis
ZAD
-
Maxi Rodríguez
MEC
Reservas
-
Di María
MEC
-
Pastore
MEC
-
Palermo
ATA