Sobre a Partida
No calor vibrante de Pretória, em 29 de junho de 2010, Paraguai e Japão travaram uma batalha épica pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Não era um jogo qualquer; era a chance de fazer história, de alcançar as quartas de final pela primeira vez para ambas as nações. A tensão era palpável no Loftus Versfeld Stadium, com a nação paraguaia e os "Samurais Azuis" à beira de um feito inédito.
O Paraguai de Gerardo Martino, com sua solidez defensiva e o talento de Roque Santa Cruz e Lucas Barrios no ataque, enfrentava um Japão surpreendente de Keisuke Honda e Yasuhito Endo, que havia encantado com sua organização e velocidade. O confronto foi um chess match tático. Os defensores Paulo da Silva e Antolín Alcaraz paraguaios anularam as investidas japonesas, enquanto Eiji Kawashima, goleiro nipônico, mostrava reflexos felinos para deter as raras oportunidades albirrojas, como a cabeçada perigosa de Nelson Haedo Valdez.
Honda, a estrela japonesa, tentou com cobranças de falta venenosas, mas Justo Villar estava intransponível. O tempo regulamentar escoou, e a prorrogação trouxe o mesmo drama: lances de puro nervosismo, com o cansaço cobrando seu preço. Nenhuma das equipes conseguiu romper o impasse, e o placar teimosamente permaneceu inalterado: 0 a 0. A decisão, inevitavelmente, caminhava para a loteria dos pênaltis, um desfecho que eternizaria o heroísmo ou a tragédia para um dos lados naquele memorável dia sul-africano.
O Paraguai de Gerardo Martino, com sua solidez defensiva e o talento de Roque Santa Cruz e Lucas Barrios no ataque, enfrentava um Japão surpreendente de Keisuke Honda e Yasuhito Endo, que havia encantado com sua organização e velocidade. O confronto foi um chess match tático. Os defensores Paulo da Silva e Antolín Alcaraz paraguaios anularam as investidas japonesas, enquanto Eiji Kawashima, goleiro nipônico, mostrava reflexos felinos para deter as raras oportunidades albirrojas, como a cabeçada perigosa de Nelson Haedo Valdez.
Honda, a estrela japonesa, tentou com cobranças de falta venenosas, mas Justo Villar estava intransponível. O tempo regulamentar escoou, e a prorrogação trouxe o mesmo drama: lances de puro nervosismo, com o cansaço cobrando seu preço. Nenhuma das equipes conseguiu romper o impasse, e o placar teimosamente permaneceu inalterado: 0 a 0. A decisão, inevitavelmente, caminhava para a loteria dos pênaltis, um desfecho que eternizaria o heroísmo ou a tragédia para um dos lados naquele memorável dia sul-africano.
Escalações
Paraguai
Titulares
-
Gerardo Martino
TEC
-
Alcaraz
ZAE
-
Lucas Barrios
ATA
-
Néstor Ortigoza
VOL
-
Paulo da Silva
ZAD
-
Riveros
VOL
-
Enrique Vera
VOL
-
Morel Rodríguez
LAE
-
Edgar Benítez
ATA
-
Roque Santa Cruz
ATA
-
Villar
GOL
-
Carlos Bonet
LAD
Reservas
-
Haedo Valdez
ATA
-
Edgar Barreto
VOL
-
Cardozo
ATA
Japão
Titulares
-
Takeshi Okada
TEC
-
Nakazawa
ZAD
-
Komano
ZAD
-
Marcus Túlio Tanaka
ZAD
-
Matsui
MEC
-
Abe
VOL
-
Endo
VOL
-
Okubo
ATA
-
Hasebe
VOL
-
Honda
MEC
-
Nagatomo
LAE
-
Kawashima
GOL
Reservas
-
Okazaki
ATA
-
Nakamura
MEC
-
Tamada
ATA