Sobre a Partida
O ar de Roma, em 27 de maio de 1934, estava carregado não apenas com a promessa de um verão europeu, mas com a pressão de uma nação inteira e a sombra onipresente do regime fascista. A Azzurra de Vittorio Pozzo, montada para glorificar a Itália, enfrentava os Estados Unidos, uma equipe que, após uma exaustiva viagem transatlântica e uma vitória suada sobre o México apenas dois dias antes, parecia um mero figurante no palco grandioso da Copa do Mundo que a Itália sediava.
Desde o apito inicial no monumental Stadio Nazionale PNF, a superioridade italiana foi esmagadora. Angelo Schiavio, o implacável "touro de Bolonha", não tardou a perfurar a meta americana, abrindo o placar e dando o tom. Em poucos minutos, ele e o virtuoso Raimundo Orsi, com sua ginga habilidosa, já haviam estabelecido uma vantagem confortável, enquanto o maestro Giuseppe Meazza orquestrava no meio-campo e Giovanni Ferrari assustava a defesa adversária com sua velocidade.
Porém, em um breve instante de audácia na segunda etapa, Aldo Donelli, o herói improvável dos americanos, encontrou as redes, silenciando por um momento a torcida ensandecida e provando que, mesmo contra todas as expectativas, havia espírito de luta. Mas a máquina italiana era implacável. Com Schiavio completando seu hat-trick e Orsi somando mais um, além dos gols de Ferrari e Meazza, o placar final de 7 a 1 era um recado ensurdecedor ao mundo. Não era apenas uma vitória; era uma demonstração de força, um primeiro passo retumbante na jornada da Itália rumo ao seu primeiro título mundial, sob a sombra de um regime que via no futebol uma poderosa ferramenta de propaganda e afirmação nacional.
Desde o apito inicial no monumental Stadio Nazionale PNF, a superioridade italiana foi esmagadora. Angelo Schiavio, o implacável "touro de Bolonha", não tardou a perfurar a meta americana, abrindo o placar e dando o tom. Em poucos minutos, ele e o virtuoso Raimundo Orsi, com sua ginga habilidosa, já haviam estabelecido uma vantagem confortável, enquanto o maestro Giuseppe Meazza orquestrava no meio-campo e Giovanni Ferrari assustava a defesa adversária com sua velocidade.
Porém, em um breve instante de audácia na segunda etapa, Aldo Donelli, o herói improvável dos americanos, encontrou as redes, silenciando por um momento a torcida ensandecida e provando que, mesmo contra todas as expectativas, havia espírito de luta. Mas a máquina italiana era implacável. Com Schiavio completando seu hat-trick e Orsi somando mais um, além dos gols de Ferrari e Meazza, o placar final de 7 a 1 era um recado ensurdecedor ao mundo. Não era apenas uma vitória; era uma demonstração de força, um primeiro passo retumbante na jornada da Itália rumo ao seu primeiro título mundial, sob a sombra de um regime que via no futebol uma poderosa ferramenta de propaganda e afirmação nacional.
Gols
18'
Shiavio
20'
Orsi
29'
Shiavio
57'
Donelli
63'
Ferrari
64'
Shiavio
69'
Orsi
90'
Meazza
Escalações
Itália
Titulares
-
Vittorio Pozzo
TEC
-
Shiavio
ATA
-
Filó
ATA
-
Orsi
ATA
-
Pizziolo
MEI
-
Bertolini
MEI
-
Monti
MEI
-
Rosetta
DEF
-
Allemandi
DEF
-
Combi
GOL
-
Meazza
MEI
-
Ferrari
MEI
Estados Unidos
Titulares
-
Nilsen
ATA
-
Dick
ATA
-
Mc Lean
ATA
-
Gonsalves
ATA
-
Ryan
ATA
-
Donelli
ATA
-
Pietras
MEI
-
Czerkiewicz
DEF
-
Moorhouse
DEF
-
Hjulian
GOL
-
David Gould
TEC
-
Florie
ATA
Arbitragem
Árbitro
Mercet
Árbitro
Mercet
Árbitro
Mercet