Sobre a Partida
Viña del Mar, 31 de maio de 1962. O Estádio Sausalito testemunhava um embate que prometia ser um dos mais eletrizantes da fase de grupos da Copa do Mundo do Chile. De um lado, a Espanha, recheada de estrelas globais – o genial Ferenc Puskás, a flecha Francisco Gento, o maestro Luis Suárez Miramontes. Uma verdadeira 'Fúria' que carregava a expectativa de todo um país, sonhando com o brilho de seus craques, mesmo com a lamentável ausência por lesão de Alfredo Di Stéfano. Do outro, a Tchecoslováquia, uma equipe menos badalada, mas dotada de uma disciplina férrea e de talentos emergentes como o futuro Bola de Ouro, Josef Masopust, e o seguro goleiro Viliam Schrojf.
O duelo começou sob o signo da tensão. A Espanha tentava impor seu ritmo, com Suárez orquestrando o meio-campo e Puskás buscando espaços, mas a defesa tcheca, comandada pelo experiente Svatopluk Pluskal, se mostrava intransponível. Aos 80 minutos, quando o empate sem gols parecia inevitável, um lance viria a definir o destino do confronto e da chave. Em um ataque fulminante, Jozef Štibrányi, em um momento de pura inspiração e oportunismo, balançou as redes, silenciando a torcida espanhola e fazendo explodir de alegria os poucos torcedores tchecos.
O gol foi um golpe fatal. A 'Fúria' não teve tempo de reagir. O apito final confirmou a surpresa: 1 a 0 para a Tchecoslováquia. Uma vitória que não apenas marcou a eliminação precoce da talentosa Espanha, mas que impulsionou os tchecos para uma campanha memorável, culminando na grande final contra o Brasil. Foi um jogo que cravou a Tchecoslováquia na história da Copa, um testemunho de que a união e a tática podem, sim, superar o brilho individual.
O duelo começou sob o signo da tensão. A Espanha tentava impor seu ritmo, com Suárez orquestrando o meio-campo e Puskás buscando espaços, mas a defesa tcheca, comandada pelo experiente Svatopluk Pluskal, se mostrava intransponível. Aos 80 minutos, quando o empate sem gols parecia inevitável, um lance viria a definir o destino do confronto e da chave. Em um ataque fulminante, Jozef Štibrányi, em um momento de pura inspiração e oportunismo, balançou as redes, silenciando a torcida espanhola e fazendo explodir de alegria os poucos torcedores tchecos.
O gol foi um golpe fatal. A 'Fúria' não teve tempo de reagir. O apito final confirmou a surpresa: 1 a 0 para a Tchecoslováquia. Uma vitória que não apenas marcou a eliminação precoce da talentosa Espanha, mas que impulsionou os tchecos para uma campanha memorável, culminando na grande final contra o Brasil. Foi um jogo que cravou a Tchecoslováquia na história da Copa, um testemunho de que a união e a tática podem, sim, superar o brilho individual.
Gols
80'
Stibranyi
Escalações
Tchecoslováquia
Titulares
-
Adamec
ATA
-
Jelinek
ATA
-
Scherer
ATA
-
Stibranyi
ATA
-
Masopust
MEI
-
Pluskal
DEF
-
Lala
DEF
-
Novak
DEF
-
Schroif
GOL
-
Popluhar
GOL
-
Kvasnak
MEI
-
Rudolf Vytlacil
TEC
Espanha
Titulares
-
Martinez
MEI
-
Segarra
DEF
-
Rivilla
DEF
-
Santamaria
DEF
-
Sedrun
GOL
-
Puskas
ATA
-
Reijia
DEF
-
Del Sol
MEI
-
Suarez
MEI
-
Gento
ATA
-
Helenio Herrera
TEC
-
Garay
MEI
Arbitragem
Árbitro
Steiner