Sobre a Partida
Rosario, Argentina, 2 de junho de 1978. O Estádio Gigante de Arroyito testemunhava um embate que entraria para a história da Copa do Mundo, embora nem todos soubessem na época. De um lado, o México, com sua tradição (ainda que irregular) em Mundiais, liderado por nomes como o promissor Hugo Sánchez e o capitão Arturo Vázquez Ayala. Do outro, a Tunísia, estreante absoluto, representando as esperanças de todo um continente africano.
A atmosfera era de expectativa, mas o favoritismo pendia para os astecas. Contudo, o destino tinha outros planos. O primeiro tempo viu o México tomar a dianteira nos acréscimos, com Arturo Vázquez Ayala convertendo um pênalti crucial aos 45 minutos, levando a vantagem para o intervalo. Parecia um roteiro familiar.
Porém, a segunda etapa seria a epopeia tunisiana. Em uma exibição de fibra e talento, a equipe de Tarak Dhiab e companhia reescreveu o script. Ali Kaabi, aos 55 minutos, calou o estádio ao empatar. A euforia era palpável, mas o melhor ainda estava por vir. Néjib Ghommidh, aos 79, virou o placar, lançando a Tunísia à frente pela primeira vez. E, como se não bastasse, Mokhtar Dhouib, aos 87, selou a vitória por 3 a 1.
Foi um triunfo histórico, não apenas para a Tunísia, mas para toda a África. Pela primeira vez, uma seleção africana vencia uma partida de Copa do Mundo, quebrando barreiras e mostrando ao mundo a força emergente do futebol no continente. O México, atordoado, via-se em desvantagem, numa derrota que simbolizava o início de uma campanha desastrosa.
A atmosfera era de expectativa, mas o favoritismo pendia para os astecas. Contudo, o destino tinha outros planos. O primeiro tempo viu o México tomar a dianteira nos acréscimos, com Arturo Vázquez Ayala convertendo um pênalti crucial aos 45 minutos, levando a vantagem para o intervalo. Parecia um roteiro familiar.
Porém, a segunda etapa seria a epopeia tunisiana. Em uma exibição de fibra e talento, a equipe de Tarak Dhiab e companhia reescreveu o script. Ali Kaabi, aos 55 minutos, calou o estádio ao empatar. A euforia era palpável, mas o melhor ainda estava por vir. Néjib Ghommidh, aos 79, virou o placar, lançando a Tunísia à frente pela primeira vez. E, como se não bastasse, Mokhtar Dhouib, aos 87, selou a vitória por 3 a 1.
Foi um triunfo histórico, não apenas para a Tunísia, mas para toda a África. Pela primeira vez, uma seleção africana vencia uma partida de Copa do Mundo, quebrando barreiras e mostrando ao mundo a força emergente do futebol no continente. O México, atordoado, via-se em desvantagem, numa derrota que simbolizava o início de uma campanha desastrosa.
Gols
45'
Vasquez
55'
Kaabi
79'
Ghommidh
87'
Dhouib
Escalações
México
Titulares
-
Roca
TEC
-
Hugo Sanchez
ATA
-
Isiordia
ATA
-
Rangel
ATA
-
De La Torre
MEI
-
Cuellar
MEI
-
Mendizabal
MEI
-
Ramos
DEF
-
Tena
DEF
-
Vasquez
DEF
-
Martinez
DEF
-
Reyes
GOL
Reservas
-
Lugo
MEI
Tunísia
Titulares
-
Dhiab
MEI
-
Ghommidh
MEI
-
Lahzami
ATA
-
Akid
ATA
-
Bem Aziz
ATA
-
Labidi
MEI
-
Ben Rehaiem
MEI
-
Kaabi
DEF
-
Jebali
DEF
-
Dhouib
DEF
-
Naili
GOL
-
Abdelmajid Chetali
TEC
Reservas
-
Labidi
DEF
-
Karoul
ATA
Arbitragem
Árbitro
Gordon