Sobre a Partida
No fervoroso Gigante de Arroyito, em Rosário, o 10 de junho de 1978 reservava um embate de contrastes na Copa do Mundo. A Polônia de Kazimierz Deyna e Grzegorz Lato, com sua 'geração de ouro', buscava consolidar sua posição após um empate contra a Alemanha Ocidental. Do outro lado, um México ferido pela derrota para a Tunísia, lutava pela sobrevivência no Grupo 2.
O jogo começou tenso. Os poloneses dominavam, mas a muralha mexicana, sob o comando do jovem Hugo Sánchez, resistia bravamente. Foi apenas aos 43 minutos que Grzegorz Lato, com sua habitual perspicácia, rompeu o cadeado e balançou as redes, levando a Polônia para o intervalo com a vantagem mínima. A torcida polonesa, contida até então, explodiu em alívio e esperança.
No entanto, o segundo tempo trouxe um drama inesperado. Aos 52 minutos, Víctor Rangel calou o estádio ao empatar para o México, um balde de água fria nas aspirações polonesas. Mas a resposta não demorou: quatro minutos depois, o maestro Kazimierz Deyna cobrou com maestria um pênalti, recolocando a Polônia à frente. O gol de Deyna trouxe novo fôlego à equipe e à torcida.
O México tentou reagir, mas a experiência polonesa prevaleceu. Aos 84 minutos, Grzegorz Lato, o implacável artilheiro, marcou novamente, selando a vitória por 3 a 1. Um triunfo crucial que impulsionou a Polônia rumo à próxima fase e praticamente eliminou um bravo, mas limitado, México. Era a afirmação da força polonesa naquela Copa.
O jogo começou tenso. Os poloneses dominavam, mas a muralha mexicana, sob o comando do jovem Hugo Sánchez, resistia bravamente. Foi apenas aos 43 minutos que Grzegorz Lato, com sua habitual perspicácia, rompeu o cadeado e balançou as redes, levando a Polônia para o intervalo com a vantagem mínima. A torcida polonesa, contida até então, explodiu em alívio e esperança.
No entanto, o segundo tempo trouxe um drama inesperado. Aos 52 minutos, Víctor Rangel calou o estádio ao empatar para o México, um balde de água fria nas aspirações polonesas. Mas a resposta não demorou: quatro minutos depois, o maestro Kazimierz Deyna cobrou com maestria um pênalti, recolocando a Polônia à frente. O gol de Deyna trouxe novo fôlego à equipe e à torcida.
O México tentou reagir, mas a experiência polonesa prevaleceu. Aos 84 minutos, Grzegorz Lato, o implacável artilheiro, marcou novamente, selando a vitória por 3 a 1. Um triunfo crucial que impulsionou a Polônia rumo à próxima fase e praticamente eliminou um bravo, mas limitado, México. Era a afirmação da força polonesa naquela Copa.
Gols
43'
Boniek
52'
Rangel
56'
Deyna
84'
Boniek
Escalações
Polônia
Titulares
-
Tomaszewski
GOL
-
Rudy
DEF
-
Masztaler
MEI
-
Iwan
ATA
-
Jacek Gmoch
TEC
-
Boniek
ATA
-
Lato
ATA
-
Kasperczak
MEI
-
Deyna
MEI
-
Szymanowski
DEF
-
Zmuda
DEF
-
Gorgon
DEF
Reservas
-
Maculewicz
DEF
-
Lubanski
ATA
México
Titulares
-
Cardenas
MEI
-
Flores
DEF
-
Gomez
DEF
-
Soto
GOL
-
Cisneros
DEF
-
Hugo Sanchez
ATA
-
Rangel
ATA
-
De La Torre
MEI
-
Cuellar
MEI
-
Vasquez
DEF
-
Roca
TEC
-
Ortega
ATA
Reservas
-
Mendizabal
MEI
Arbitragem
Árbitro
Namdar