Monumental de Núñez - Buenos Aires, Argen, na
Sobre a Partida
Buenos Aires, 14 de junho de 1978. No imponente Estádio Monumental, um confronto de gigantes do futebol europeu se desenhava: Itália contra a Alemanha Ocidental. Não era apenas mais um jogo da segunda fase da Copa do Mundo; era a reedição, ainda que silenciosa, da lendária 'Batalha do Século' de 1970. No entanto, o roteiro desta vez seria bem diferente.
Sob o comando de Enzo Bearzot, a 'Squadra Azzurra' de Dino Zoff, Claudio Gentile e um jovem Paolo Rossi vinha de uma primeira fase impecável, incluindo uma vitória sobre a anfitriã Argentina. Do outro lado, os atuais campeões mundiais, a Alemanha de Sepp Maier, Berti Vogts e Karl-Heinz Rummenigge, buscavam recuperar o brilho perdido.
O que se viu em campo foi um xadrez tático. A defesa italiana, com Scirea e Cabrini, neutralizou as investidas alemãs, enquanto o meio-campo de Tardelli e Benetti batalhava incessantemente. Rummenigge teve lampejos de perigo, e Rossi tentou desmarcar-se, mas as zagas prevaleceram. Lances de grande emoção foram escassos, substituídos por uma intensa disputa pela posse e pelo espaço. Zoff e Maier, duas lendas entre as traves, eram muralhas intransponíveis.
O apito final selou um 0 a 0 que, embora não incendiasse as arquibancadas, foi um testemunho da rigidez tática e do respeito mútuo. Um ponto para cada um, que deixava a corrida para a final em aberto, mas prenunciava uma Copa mais dura do que o esperado para ambos os colossos.
Sob o comando de Enzo Bearzot, a 'Squadra Azzurra' de Dino Zoff, Claudio Gentile e um jovem Paolo Rossi vinha de uma primeira fase impecável, incluindo uma vitória sobre a anfitriã Argentina. Do outro lado, os atuais campeões mundiais, a Alemanha de Sepp Maier, Berti Vogts e Karl-Heinz Rummenigge, buscavam recuperar o brilho perdido.
O que se viu em campo foi um xadrez tático. A defesa italiana, com Scirea e Cabrini, neutralizou as investidas alemãs, enquanto o meio-campo de Tardelli e Benetti batalhava incessantemente. Rummenigge teve lampejos de perigo, e Rossi tentou desmarcar-se, mas as zagas prevaleceram. Lances de grande emoção foram escassos, substituídos por uma intensa disputa pela posse e pelo espaço. Zoff e Maier, duas lendas entre as traves, eram muralhas intransponíveis.
O apito final selou um 0 a 0 que, embora não incendiasse as arquibancadas, foi um testemunho da rigidez tática e do respeito mútuo. Um ponto para cada um, que deixava a corrida para a final em aberto, mas prenunciava uma Copa mais dura do que o esperado para ambos os colossos.
Escalações
Itália
Titulares
-
Antognoni
MEI
-
Gentile
DEF
-
Tardelli
MEI
-
Rossi
ATA
-
Scirea
DEF
-
Cabrini
DEF
-
Enzo Bearzot
TEC
-
Causio
MEI
-
Benetti
MEI
-
Zoff
GOL
-
Bellugi
MEI
-
Bettega
ATA
Reservas
-
Zaccarelli
MEI
Alemanha
Titulares
-
Ruessmann
DEF
-
Dietz
DEF
-
Zimmermann
DEF
-
Helmut Schoen
TEC
-
Fischer
ATA
-
Maier
GOL
-
Berti Vogts
DEF
-
Bonhof
MEI
-
Hoelzenbein
ATA
-
Flohe
MEI
-
Rummenigge
ATA
-
Kaltz
DEF
Reservas
-
Konopka
DEF
-
Beer
MEI
Arbitragem
Árbitro
Dusan Maksimovic
Árbitro
Dusan Maksimovic