Monumental de Núñez - Buenos Aires, Argen, na
Sobre a Partida
Buenos Aires, 24 de junho de 1978. A Copa do Mundo na Argentina chegava ao seu epílogo, mas para Brasil e Itália, a disputa pelo terceiro lugar era mais do que uma mera consolação; era a chance de reafirmar a honra de duas potências do futebol, especialmente para uma Seleção Brasileira que se sentia a verdadeira 'campeã moral' do torneio. Sob o sol de inverno portenho, o Estádio Monumental assistiu a um embate de estilos, com as arquibancadas repletas para testemunhar o adeus de craques como Rivelino e a ascensão de outros, como Roberto Dinamite e Zico.
A tensão era palpável. A Azzurra, de Dino Zoff e Paolo Rossi, buscou a solidez, e foi ela quem abriu o placar aos 38 minutos do primeiro tempo com Franco Causio, calando por um momento os torcedores brasileiros. Mas a resposta verde-amarela não tardou a ser espetacular. Aos 19 da etapa final, Nelinho, lateral-direito de chute potente, desferiu uma bomba teleguiada, um 'folha seca' indefensável, que estufou as redes de Zoff, um dos gols mais icônicos da história dos Mundiais. O empate reacendeu a esperança e a virada viria dos pés de Dirceu, aos 26 minutos. Com um toque de classe e oportunismo, o meio-campista coroou a pressão brasileira, selando o 2 a 1. Uma vitória que, embora não trouxesse a taça, dignificava a campanha de uma equipe talentosa que deixava a Argentina com a sensação de dever cumprido e a certeza de ter jogado um futebol à altura de sua rica história.
A tensão era palpável. A Azzurra, de Dino Zoff e Paolo Rossi, buscou a solidez, e foi ela quem abriu o placar aos 38 minutos do primeiro tempo com Franco Causio, calando por um momento os torcedores brasileiros. Mas a resposta verde-amarela não tardou a ser espetacular. Aos 19 da etapa final, Nelinho, lateral-direito de chute potente, desferiu uma bomba teleguiada, um 'folha seca' indefensável, que estufou as redes de Zoff, um dos gols mais icônicos da história dos Mundiais. O empate reacendeu a esperança e a virada viria dos pés de Dirceu, aos 26 minutos. Com um toque de classe e oportunismo, o meio-campista coroou a pressão brasileira, selando o 2 a 1. Uma vitória que, embora não trouxesse a taça, dignificava a campanha de uma equipe talentosa que deixava a Argentina com a sensação de dever cumprido e a certeza de ter jogado um futebol à altura de sua rica história.
Gols
38'
Causio
64'
Nelinho
72'
Dirceu
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Nelinho
LAT
-
Rodrigues Neto
MEI
-
Jorge Mendonça
MEI
-
Gil
ATA
-
Dirceu
MEI
-
Batista
MEI
-
Oscar
DEF
-
Emerson Leão
GOL
-
Amaral
DEF
-
Roberto Dinamite
ATA
-
Cláudio Coutinho
TEC
-
Toninho Cerezo
MEI
Reservas
-
Rivelino
MEI
-
Reinaldo
ATA
Itália
Titulares
-
Sala
MEI
-
Cuccureddu
DEF
-
Bettega
ATA
-
Rossi
ATA
-
Antognoni
MEI
-
Gentile
DEF
-
Scirea
DEF
-
Cabrini
DEF
-
Enzo Bearzot
TEC
-
Causio
MEI
-
Zoff
GOL
-
Maldera
MEI
Arbitragem
Árbitro
Abrahan Klein
Árbitro
Abrahan Klein