Sobre a Partida
O Camp Nou pulsava em 13 de junho de 1982. A Argentina, campeã mundial e detentora da coroa, iniciava sua jornada na Copa com uma pressão sem precedentes. Não apenas defendiam o título, mas o país vivia o turbilhão da Guerra das Malvinas, injetando uma carga emocional estratosférica em cada lance. No gramado, a expectativa era ver o gênio de um jovem Diego Maradona, em sua estreia em Mundiais, ao lado de estrelas como Mario Kempes, Daniel Passarella e o lendário goleiro Ubaldo Fillol. Era a Albiceleste em seu auge, pronta para reafirmar sua hegemonia.
Mas o que se viu foi um choque. A disciplinada Bélgica, com seu goleiro Jean-Marie Pfaff em grande forma e a liderança de Jan Ceulemans, não se intimidou com o cenário ou os astros. Aos 62 minutos, a tragédia para os argentinos se desenhou: uma jogada pela esquerda, o cruzamento preciso e Erwin Vandenbergh, com oportunismo cirúrgico, tocou para o fundo das redes de Fillol. O silêncio momentâneo no estádio deu lugar a um lamento coletivo.
Maradona tentava, driblava, mas era incessantemente caçado. Kempes buscava espaços, Passarella liderava a defesa, mas o gol não vinha. A teimosia belga, seu jogo compacto e a notável atuação de Vandenbergh selaram um dos maiores vexames da história dos jogos de abertura de Copas. A 'Albiceleste' sucumbia por 1 a 0, em um resultado que ecoou como um trovão, inaugurando o torneio com um abalo sísmico nas ambições argentinas e deixando o mundo boquiaberto.
Mas o que se viu foi um choque. A disciplinada Bélgica, com seu goleiro Jean-Marie Pfaff em grande forma e a liderança de Jan Ceulemans, não se intimidou com o cenário ou os astros. Aos 62 minutos, a tragédia para os argentinos se desenhou: uma jogada pela esquerda, o cruzamento preciso e Erwin Vandenbergh, com oportunismo cirúrgico, tocou para o fundo das redes de Fillol. O silêncio momentâneo no estádio deu lugar a um lamento coletivo.
Maradona tentava, driblava, mas era incessantemente caçado. Kempes buscava espaços, Passarella liderava a defesa, mas o gol não vinha. A teimosia belga, seu jogo compacto e a notável atuação de Vandenbergh selaram um dos maiores vexames da história dos jogos de abertura de Copas. A 'Albiceleste' sucumbia por 1 a 0, em um resultado que ecoou como um trovão, inaugurando o torneio com um abalo sísmico nas ambições argentinas e deixando o mundo boquiaberto.
Gols
62'
Vandenbergh
Escalações
Argentina
Titulares
-
César Luis Menotti
TEC
-
Ramón Díaz
ATA
-
Galvan
DEF
-
Tarantini
DEF
-
Olgun
DEF
-
Bertoni
ATA
-
Fillol
GOL
-
Maradona
ATA
-
Ardiles
MEI
-
Daniel Passarella
DEF
-
Americo Gallego
MEC
-
Kempes
ATA
Reservas
-
Valdano
ATA
Bélgica
Titulares
-
Millecamps
DEF
-
Coeck
MEI
-
Vandersmissen
ATA
-
Vandenbergh
ATA
-
Czerniatynsky
ATA
-
De Schrijver
DEF
-
Vercauteren
MEI
-
Pfaff
GOL
-
Ceulemans
ATA
-
Gerets
DEF
-
Guy Thys
TEC
-
Baecke
DEF
Arbitragem
Árbitro
Vojtech Christov