Sobre a Partida
Sob o céu estrelado de Barcelona, em 4 de julho de 1982, o Camp Nou testemunhou um embate de nervos e estratégias na Copa do Mundo. União Soviética e Polônia, duas potências do Leste Europeu, duelavam por uma vaga nas semifinais. O contexto era claro: a Polônia precisava apenas de um empate; a URSS, de uma vitória. A tensão era palpável, intensificada pela ausência do craque polonês Zbigniew Boniek, suspenso, o que forçava a equipe de Antoni Piechniczek a uma postura ainda mais cautelosa.
Os soviéticos, liderados pelo lendário Oleg Blokhin e com o goleiro Rinat Dasayev em grande fase, lançaram-se ao ataque desde o apito inicial. Remates de Shengelia e Gavrilov testaram a solidez da defesa polonesa, que se fechava em um bloco quase impenetrável. Młynarczyk, o goleiro polonês, era uma muralha, negando as poucas chances claras que surgiam. Grzegorz Lato e Włodzimierz Smolarek tentavam as raras investidas em contra-ataque, mas a prioridade era conter a fúria russa.
A cada minuto, a frustração soviética aumentava. O relógio, implacável, corria a favor da Polônia. Lances de desespero no final, com a URSS jogando todas as suas fichas, esbarravam na organização defensiva polonesa e na performance inspirada de Młynarczyk. O empate sem gols, um grito de alívio para a Polônia e um lamento para a União Soviética, selou o destino do grupo. A Polônia avançava, celebrando não apenas uma vaga, mas um triunfo da disciplina tática sobre a necessidade de vitória.
Os soviéticos, liderados pelo lendário Oleg Blokhin e com o goleiro Rinat Dasayev em grande fase, lançaram-se ao ataque desde o apito inicial. Remates de Shengelia e Gavrilov testaram a solidez da defesa polonesa, que se fechava em um bloco quase impenetrável. Młynarczyk, o goleiro polonês, era uma muralha, negando as poucas chances claras que surgiam. Grzegorz Lato e Włodzimierz Smolarek tentavam as raras investidas em contra-ataque, mas a prioridade era conter a fúria russa.
A cada minuto, a frustração soviética aumentava. O relógio, implacável, corria a favor da Polônia. Lances de desespero no final, com a URSS jogando todas as suas fichas, esbarravam na organização defensiva polonesa e na performance inspirada de Młynarczyk. O empate sem gols, um grito de alívio para a Polônia e um lamento para a União Soviética, selou o destino do grupo. A Polônia avançava, celebrando não apenas uma vaga, mas um triunfo da disciplina tática sobre a necessidade de vitória.
Escalações
União Soviética
Titulares
-
Bessonov
MEI
-
Gavrilov
ATA
-
Oganesian
MEI
-
Blokhin
ATA
-
Borovski
DEF
-
Baltacha
DEF
-
Chivadze
DEF
-
Demianenko
DEF
-
Dassaiev
GOL
-
Kostantin Beskov
TEC
-
Sulakvelidze
DEF
-
Shengelia
ATA
Reservas
-
Andreev
ATA
-
Daraselia
MEI
Polônia
Titulares
-
Dziuba
DEF
-
Jalocha
DEF
-
Kupcewicz
DEF
-
Matysik
MEI
-
Lato
ATA
-
Boniek
ATA
-
Smolarek
ATA
-
Zmuda
DEF
-
Majewski
DEF
-
Mlynarczyk
GOL
-
Antoni Piechniczek
TEC
-
Buncol
MEI
Reservas
-
Ciolek
MEI
Arbitragem
Árbitro
Robert Valentine
Árbitro
Robert Valentine