Sobre a Partida
Na ensolarada tarde de 1º de junho de 1986, o Estadio Cuauhtémoc, em Puebla, México, testemunhou um embate que, à primeira vista, parecia uma formalidade. De um lado, a França de Michel Platini, campeã europeia e semifinalista do Mundial de 1982, um esquadrão recheado de estrelas como Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez – o lendário “Carré Magique”. Do outro, o Canadá, estreante em Copas do Mundo, um David enfrentando um Golias no cenário do futebol mundial.
A expectativa era de uma vitória fácil e convincente para os Bleus. Contudo, o que se viu foi uma exibição surpreendente de garra e organização tática dos canadenses. Sob o comando de Bob Lenarduzzi na defesa e com o goleiro Tino Lettieri em uma tarde inspiradíssima, o Canadá ergueu uma verdadeira muralha. Lettieri, com defesas acrobáticas e uma postura desafiadora, frustrava repetidamente os ataques franceses, que criavam chances com Platini orquestrando, mas não conseguiam converter.
O tempo passava, e a frustração francesa aumentava. Os passes precisos de Giresse, as arrancadas de Tigana e as tentativas de Platini esbarravam na solidez canadense. Foi apenas aos 79 minutos que a persistência francesa foi recompensada. Após uma jogada trabalhada, Jean-Pierre Papin, um jovem atacante promissor, finalmente encontrou a rede, quebrando a resistência do aguerrido Tino Lettieri.
O apito final selou a vitória magra por 1 a 0 para a França. Embora derrotado, o Canadá deixou o campo com a cabeça erguida, tendo conquistado o respeito de todos. Aquele jogo, mais do que uma simples vitória francesa, foi a prova de que mesmo o azarão pode desafiar gigantes e deixar sua marca na história da Copa.
A expectativa era de uma vitória fácil e convincente para os Bleus. Contudo, o que se viu foi uma exibição surpreendente de garra e organização tática dos canadenses. Sob o comando de Bob Lenarduzzi na defesa e com o goleiro Tino Lettieri em uma tarde inspiradíssima, o Canadá ergueu uma verdadeira muralha. Lettieri, com defesas acrobáticas e uma postura desafiadora, frustrava repetidamente os ataques franceses, que criavam chances com Platini orquestrando, mas não conseguiam converter.
O tempo passava, e a frustração francesa aumentava. Os passes precisos de Giresse, as arrancadas de Tigana e as tentativas de Platini esbarravam na solidez canadense. Foi apenas aos 79 minutos que a persistência francesa foi recompensada. Após uma jogada trabalhada, Jean-Pierre Papin, um jovem atacante promissor, finalmente encontrou a rede, quebrando a resistência do aguerrido Tino Lettieri.
O apito final selou a vitória magra por 1 a 0 para a França. Embora derrotado, o Canadá deixou o campo com a cabeça erguida, tendo conquistado o respeito de todos. Aquele jogo, mais do que uma simples vitória francesa, foi a prova de que mesmo o azarão pode desafiar gigantes e deixar sua marca na história da Copa.
Gols
79'
Papin
Escalações
Canadá
Titulares
-
Vrablic
ATA
-
Dolan
GOL
-
Wilson
DEF
-
Bridge
DEF
-
Lenarduzzi
DEF
-
Samuel
DEF
-
Norman
MEI
-
James
MEI
-
Sweeney
MEI
-
Ragan
MEI
-
Valentine
ATA
-
Tony Waiters
TEC
Reservas
-
Lowery
MEI
-
Segota
ATA
França
Titulares
-
Papin
ATA
-
Bats
GOL
-
Battiston
DEF
-
Bossis
DEF
-
Amoros
DEF
-
Fernandez
MEI
-
Tusseau
DEF
-
Tigana
MEI
-
Giresse
MEI
-
Platini
MEC
-
Rocheteau
ATA
-
Michel
TEC
Reservas
-
Stopyra
ATA
Arbitragem
Árbitro
Hernán Silva Arce