Universitário de Monterrey - Monterrey, Mé, co
Sobre a Partida
Sob o sol inclemente de Monterrey, em 2 de junho de 1986, Marrocos e Polônia protagonizaram um embate tático na abertura do Grupo F da Copa do Mundo. De um lado, a Polônia, semifinalista de 1982, chegava com a estrela Zbigniew Boniek, gênio da Juventus, carregando as esperanças europeias. Do outro, Marrocos, um representante africano determinado a mostrar seu valor, com talentos como o goleiro Badou Zaki e os habilidosos Mohamed Timoumi e Aziz Bouderbala.
O jogo foi um verdadeiro xadrez tático. A Polônia, conhecida por sua solidez defensiva e contra-ataques letais, tentava furar a organizada defesa marroquina. Boniek, com sua técnica apurada, orquestrava as investidas, mas encontrava um muro impenetrável. Marrocos, por sua vez, não se intimidava, buscando a velocidade de seus pontas e a criatividade de Bouderbala, que por pouco não abriu o placar com um chute de fora da área que raspou a trave no segundo tempo, para o desespero da torcida.
Badou Zaki, em manhã inspirada, fez defesas cruciais que calaram o ataque polonês, frustrando as tentativas de Dziekanowski e Boniek. O calor escaldante certamente contribuiu para o ritmo cadenciado e a dificuldade em finalizar. Ao final dos 90 minutos, o placar não se alterou: um 0 a 0 que, para Marrocos, significava um ponto valioso contra um gigante europeu, e para a Polônia, um início aquém das expectativas, mas que garantia um ponto num grupo complicado. Era o prenúncio de uma Copa cheia de surpresas.
O jogo foi um verdadeiro xadrez tático. A Polônia, conhecida por sua solidez defensiva e contra-ataques letais, tentava furar a organizada defesa marroquina. Boniek, com sua técnica apurada, orquestrava as investidas, mas encontrava um muro impenetrável. Marrocos, por sua vez, não se intimidava, buscando a velocidade de seus pontas e a criatividade de Bouderbala, que por pouco não abriu o placar com um chute de fora da área que raspou a trave no segundo tempo, para o desespero da torcida.
Badou Zaki, em manhã inspirada, fez defesas cruciais que calaram o ataque polonês, frustrando as tentativas de Dziekanowski e Boniek. O calor escaldante certamente contribuiu para o ritmo cadenciado e a dificuldade em finalizar. Ao final dos 90 minutos, o placar não se alterou: um 0 a 0 que, para Marrocos, significava um ponto valioso contra um gigante europeu, e para a Polônia, um início aquém das expectativas, mas que garantia um ponto num grupo complicado. Era o prenúncio de uma Copa cheia de surpresas.
Escalações
Marrocos
Titulares
-
Bouyahyaoui
DEF
-
Dolmy
MEI
-
Lamris
DEF
-
Khalifa
DEF
-
Badou
GOL
-
José Faria
TEC
-
El Haddaoui
MEI
-
Timoumi
MEI
-
Krimau
ATA
-
El Biyaz
DEF
-
Merry
ATA
-
Bouderbala
MEI
Reservas
-
Soulaimain
MEI
-
Khairi
MEI
Polônia
Titulares
-
Matysik
MEI
-
Buncol
MEI
-
Kubicki
DEF
-
Antoni Piechniczek
TEC
-
Mlynarczyk
GOL
-
Majewski
DEF
-
Wojcicki
DEF
-
Furtok
ATA
-
Ostrowski
DEF
-
Dziekanowski
MEI
-
Smolarek
ATA
-
Komornicki
MEI
Reservas
-
Przybys
DEF
-
Urban
MEI
Arbitragem
Árbitro
José L. Martinez