Sobre a Partida
O México de 1986 pulsava sob um sol inclemente, mas a promessa de um clássico entre dois estilos tão antagônicos quanto fascinantes acendia a paixão em Querétaro, na abertura do Grupo E. De um lado, a lendária 'Garra Charrúa' do Uruguai, com a técnica refinada de Enzo Francescoli e a astúcia de Antonio Alzamendi, mas também a fama de um jogo viril e físico. Do outro, a máquina alemã, então Alemanha Ocidental, comandada por lendas como Karl-Heinz Rummenigge e o jovem e impetuoso Lothar Matthäus, sinônimo de disciplina e força tática.
Mal o apito inicial ecoou, e a surpresa uruguaia explodiu. Aos 4 minutos, Antonio Alzamendi, em um lance de oportunismo puro, aproveitou uma falha defensiva alemã e mandou para as redes de Harald Schumacher, calando momentaneamente os que esperavam um domínio germânico. O 1 a 0 para os sul-americanos era um choque para os vice-campeões mundiais.
A Alemanha, ferida, reagiu com a resiliência que lhe era peculiar. Pressionou, buscou espaços, e a muralha uruguaia se fechava, por vezes no limite da permissividade arbitral. O embate no meio-campo era uma guerra de atrito. A persistência alemã deu frutos aos 42 minutos do primeiro tempo, quando Klaus Allofs, com a frieza de um artilheiro, encontrou o caminho do gol, restaurando a igualdade no placar e a lógica (aparente) dos favoritos. O 1 a 1 ao intervalo prometia uma segunda etapa tensa e muito disputada, que terminou sem mais gols. O empate final foi um ponto valioso para o Uruguai contra um gigante, enquanto a Alemanha recebeu um aviso: a caminhada seria árdua. Um jogo que marcou o início da jornada de ambas as seleções naquele mundial inesquecível.
Mal o apito inicial ecoou, e a surpresa uruguaia explodiu. Aos 4 minutos, Antonio Alzamendi, em um lance de oportunismo puro, aproveitou uma falha defensiva alemã e mandou para as redes de Harald Schumacher, calando momentaneamente os que esperavam um domínio germânico. O 1 a 0 para os sul-americanos era um choque para os vice-campeões mundiais.
A Alemanha, ferida, reagiu com a resiliência que lhe era peculiar. Pressionou, buscou espaços, e a muralha uruguaia se fechava, por vezes no limite da permissividade arbitral. O embate no meio-campo era uma guerra de atrito. A persistência alemã deu frutos aos 42 minutos do primeiro tempo, quando Klaus Allofs, com a frieza de um artilheiro, encontrou o caminho do gol, restaurando a igualdade no placar e a lógica (aparente) dos favoritos. O 1 a 1 ao intervalo prometia uma segunda etapa tensa e muito disputada, que terminou sem mais gols. O empate final foi um ponto valioso para o Uruguai contra um gigante, enquanto a Alemanha recebeu um aviso: a caminhada seria árdua. Um jogo que marcou o início da jornada de ambas as seleções naquele mundial inesquecível.
Gols
4'
Alzamendi
84'
Allofs
Escalações
Uruguai
Titulares
-
Batista
LAE
-
Alvez
GOL
-
Acevedo
DEF
-
Santin
MEI
-
Alzamendi
ATA
-
Bossio
VOL
-
Da Silva
ATA
-
Francescoli
MEC
-
Barrios
MEI
-
Gutierrez
ZAE
-
Omar Borras
TEC
-
Diogo
LAE
Reservas
-
Saralegui
MEC
-
Ramos
ATA
Alemanha
Titulares
-
Augenthaler
DEF
-
Lothar Matthaüs
MEI
-
Allofs
ATA
-
Felix Magath
MEC
-
Eder
DEF
-
Foerster
DEF
-
Briegel
DEF
-
Schumacher
GOL
-
Berthold
DEF
-
Brehme
DEF
-
Voeller
ATA
-
Beckenbauer
TEC
Reservas
-
Rummenigge
ATA
-
Littbarski
MEI
Arbitragem
Árbitro
Vojtech Christov