Sobre a Partida
Guadalajara, 25 de junho de 1986. O calor escaldante do México não era nada comparado à temperatura da rivalidade que fervilhava no Estádio Jalisco. França e Alemanha Ocidental se reencontravam nas semifinais da Copa do Mundo, um duelo que carregava o peso da fatídica noite de Sevilha em 1982. A França, com seu "Carré Magique" – Platini, Giresse, Tigana e Fernandez – vinha de uma vitória épica sobre o Brasil, buscando vingança e a consagração de uma geração de ouro.
Mas a Alemanha, pragmática e implacável, tinha outros planos. Logo aos 9 minutos, Andreas Brehme, em uma cobrança de falta astuta, surpreendeu Joël Bats, e a bola, com um leve desvio na barreira, rastejou para o fundo das redes: 1 a 0 para os alemães. A partir daí, a Alemanha defendeu-se com sua habitual disciplina, frustrando os brilhantes arquitetos franceses. Platini tentou de todas as formas, com seus passes geniais e chutes precisos, mas Toni Schumacher, o vilão de 82, mostrava segurança sob as traves.
Aos 89 minutos, quando a França se lançava desesperadamente ao ataque, veio o golpe fatal. Lothar Matthäus lançou Rudi Völler, que, com frieza, superou a defesa francesa e selou a vitória por 2 a 0. A Alemanha Ocidental avançava para a final, deixando os Bleus, mais uma vez, com o gosto amargo da eliminação e a imagem de Platini desolado no campo, um símbolo de uma geração brilhante que jamais alcançaria o ápice mundial.
Mas a Alemanha, pragmática e implacável, tinha outros planos. Logo aos 9 minutos, Andreas Brehme, em uma cobrança de falta astuta, surpreendeu Joël Bats, e a bola, com um leve desvio na barreira, rastejou para o fundo das redes: 1 a 0 para os alemães. A partir daí, a Alemanha defendeu-se com sua habitual disciplina, frustrando os brilhantes arquitetos franceses. Platini tentou de todas as formas, com seus passes geniais e chutes precisos, mas Toni Schumacher, o vilão de 82, mostrava segurança sob as traves.
Aos 89 minutos, quando a França se lançava desesperadamente ao ataque, veio o golpe fatal. Lothar Matthäus lançou Rudi Völler, que, com frieza, superou a defesa francesa e selou a vitória por 2 a 0. A Alemanha Ocidental avançava para a final, deixando os Bleus, mais uma vez, com o gosto amargo da eliminação e a imagem de Platini desolado no campo, um símbolo de uma geração brilhante que jamais alcançaria o ápice mundial.
Gols
9'
Brehme
89'
Voeller
Escalações
França
Titulares
-
Battiston
DEF
-
Bats
GOL
-
Michel
TEC
-
Bossis
DEF
-
Amoros
DEF
-
Fernandez
MEI
-
Tigana
MEI
-
Giresse
MEI
-
Platini
MEC
-
Stopyra
ATA
-
Bellone
ATA
-
Ayache
DEF
Reservas
-
Vercruysse
MEI
-
Xuereb
ATA
Alemanha
Titulares
-
Rolff
ATA
-
Lothar Matthaüs
MEI
-
Brehme
DEF
-
Beckenbauer
TEC
-
Schumacher
GOL
-
Briegel
DEF
-
Foerster
DEF
-
Eder
DEF
-
Jakobs
LAE
-
Felix Magath
MEC
-
Allofs
ATA
-
Rummenigge
ATA
-
Lothar Matthaüs
MEI
Reservas
-
Voeller
ATA
Arbitragem
Árbitro
Luigi Agnolin
Árbitro
Luigi Agnolin