Sobre a Partida
Palermo, 12 de junho de 1990. A Itália fervia, e as expectativas eram gigantescas para a Holanda, a "Laranja Mágica", campeã europeia de 1988, desembarcando com suas estrelas Ruud Gullit, Marco van Basten e Frank Rijkaard. O adversário: o Egito, um enigma que retornava à Copa do Mundo após 56 anos, visto por muitos como mero figurante.
Mas o futebol, sempre imprevisível, tinha outros planos. A disciplina tática dos Faraós, comandados pelo técnico Mahmoud El-Gohary, se mostrou um muro intransponível para o ataque holandês. Van Basten e Gullit se debatiam contra uma defesa aguerrida, e o tempo passava, aumentando a frustração laranja.
O alívio só veio aos 69 minutos, quando Wim Kieft, um atacante menos badalado, subiu mais alto que todos e, de cabeça, finalmente superou o goleiro Ahmed Shobair. O suspiro da torcida holandesa foi audível, parecia que a lógica seria restabelecida.
Contudo, o Egito não se rendia. Aos 83 minutos, um pênalti controverso foi marcado. Magdi Abdelghani, com a frieza de um faraó, converteu a cobrança, calando o estádio e explodindo em festa a pequena, mas vibrante, torcida egípcia. O placar de 1 a 1 foi um choque para a Holanda e um feito heroico para o Egito, que conquistava um ponto histórico e provava que na Copa, o coração e a tática podem desafiar qualquer constelação de craques.
Mas o futebol, sempre imprevisível, tinha outros planos. A disciplina tática dos Faraós, comandados pelo técnico Mahmoud El-Gohary, se mostrou um muro intransponível para o ataque holandês. Van Basten e Gullit se debatiam contra uma defesa aguerrida, e o tempo passava, aumentando a frustração laranja.
O alívio só veio aos 69 minutos, quando Wim Kieft, um atacante menos badalado, subiu mais alto que todos e, de cabeça, finalmente superou o goleiro Ahmed Shobair. O suspiro da torcida holandesa foi audível, parecia que a lógica seria restabelecida.
Contudo, o Egito não se rendia. Aos 83 minutos, um pênalti controverso foi marcado. Magdi Abdelghani, com a frieza de um faraó, converteu a cobrança, calando o estádio e explodindo em festa a pequena, mas vibrante, torcida egípcia. O placar de 1 a 1 foi um choque para a Holanda e um feito heroico para o Egito, que conquistava um ponto histórico e provava que na Copa, o coração e a tática podem desafiar qualquer constelação de craques.
Gols
58'
Kieft
83'
Abed El Ghani
Escalações
Holanda
Titulares
-
Ronald Koeman
DEF
-
Koeman
MEI
-
Vanenburg
MEI
-
Rutjes
DEF
-
Van Basten
ATA
-
Gullit
MEI
-
Van Aerle
DEF
-
Van Tiggelen
DEF
-
Rijkaard
MEI
-
Wouters
MEI
-
Leo Beenhakker
TEC
-
Van Breukelen
GOL
Reservas
-
Witschge
MEI
-
Kieft
ATA
Egito
Titulares
-
Abdou
ATA
-
Abed El Hamid
MEI
-
Abed El Ghani
MEI
-
Yakan
MEI
-
Ramzy
MEI
-
Hassan
MEI
-
Yasseen
DEF
-
Ramzy
DEF
-
Shobeir
GOL
-
Mohamed
GOL
-
Mahmoud El Gohary
TEC
-
Hassan
ATA
Reservas
-
Abdelrahman
MEI
-
Tolba
DEF
Arbitragem
Árbitro
Emilio Soriana