Sobre a Partida
Roma, 8 de julho de 1990. O Estádio Olímpico era o palco de uma revanche eletrizante, mas que se tornaria um drama tático. De um lado, a Alemanha Ocidental de Franz Beckenbauer, sedenta por vingança após a derrota de 1986, com a solidez de Matthäus e a velocidade de Klinsmann. Do outro, a Argentina de Diego Maradona, um herói solitário carregando um time visivelmente mais fraco e esgotado por uma campanha árdua.
A partida, ao contrário da antecessora, foi uma batalha de nervos, marcada pela rigidez tática e poucas chances claras. Maradona, marcado impiedosamente por defensores como Guido Buchwald, não conseguia brilhar. A Albiceleste, já desfalcada e com jogadores exaustos (como Caniggia suspenso), apelava à defesa e contra-ataques que raramente se concretizavam.
O clímax veio aos 85 minutos. Uma jogada controversa dentro da área argentina, com Rudi Völler caindo após um lance com Roberto Sensini. O pênalti foi assinalado, entre muitos protestos. Andreas Brehme, com frieza exemplar, converteu a cobrança, superando Sergio Goycochea e colocando a Alemanha à frente. A Argentina, já com Monzón e Dezotti expulsos, tentou uma reação desesperada, mas o gol jamais viria.
O apito final selou o 1 a 0 para a Alemanha. Maradona, o gênio que havia levado seu país ao topo quatro anos antes, desabava em lágrimas amargas, sozinho em meio à celebração alemã. Era o fim de uma era e o triunfo de uma máquina perfeita.
A partida, ao contrário da antecessora, foi uma batalha de nervos, marcada pela rigidez tática e poucas chances claras. Maradona, marcado impiedosamente por defensores como Guido Buchwald, não conseguia brilhar. A Albiceleste, já desfalcada e com jogadores exaustos (como Caniggia suspenso), apelava à defesa e contra-ataques que raramente se concretizavam.
O clímax veio aos 85 minutos. Uma jogada controversa dentro da área argentina, com Rudi Völler caindo após um lance com Roberto Sensini. O pênalti foi assinalado, entre muitos protestos. Andreas Brehme, com frieza exemplar, converteu a cobrança, superando Sergio Goycochea e colocando a Alemanha à frente. A Argentina, já com Monzón e Dezotti expulsos, tentou uma reação desesperada, mas o gol jamais viria.
O apito final selou o 1 a 0 para a Alemanha. Maradona, o gênio que havia levado seu país ao topo quatro anos antes, desabava em lágrimas amargas, sozinho em meio à celebração alemã. Era o fim de uma era e o triunfo de uma máquina perfeita.
Gols
85'
Brehme
Escalações
Argentina
Titulares
-
Maradona
ATA
-
Simon
DEF
-
Serrizuela
DEF
-
Dezotti
ATA
-
Lorenzo
DEF
-
Goycochea
GOL
-
Pedro Troglio
MEI
-
Burruchaga
MEI
-
Carlos Bilardo
TEC
-
Sensini
DEF
-
Basualdo
MEI
-
Ruggeri
DEF
Reservas
-
Calderon
ATA
-
Monzon
DEF
Alemanha
Titulares
-
Littbarski
MEI
-
Augenthaler
DEF
-
Beckenbauer
TEC
-
Voeller
ATA
-
Brehme
DEF
-
Haessler
MEI
-
Lothar Matthaüs
MEI
-
Jürgen Klinsmann
ATA
-
Kohler
DEF
-
Illgner
GOL
-
Berthold
DEF
-
Buchwald
DEF
-
Lothar Matthaüs
MEI
Reservas
-
Reuter
DEF
Arbitragem
Árbitro
Edgardo Mendez Codessal
Árbitro
Edgardo Mendez Codessal