Sobre a Partida
Junho de 1994. O Rose Bowl em Pasadena, Califórnia, fervia. A Copa do Mundo, sediada pelos Estados Unidos, prometia ser um caldeirão de emoções. No embate do Grupo A, a anfitriã, vista como azarão, enfrentava a badalada Colômbia de Francisco Maturana, uma equipe repleta de talento e esperanças, que havia humilhado a Argentina por 5 a 0 nas eliminatórias e contava com estrelas como Carlos Valderrama, Freddy Rincón e Faustino Asprilla.
A atmosfera era eletrizante, mas a tensão pairava sobre os colombianos, carregados pelas expectativas de uma nação e, tristemente, por pressões externas sombrias. O jogo era um confronto de estilos, a organização americana de Tony Meola e Alexi Lalas contra a plasticidade e o toque refinado sul-americano.
Aos 35 minutos do primeiro tempo, o destino interveio de forma cruel. Em uma tentativa desesperada de cortar um cruzamento rasteiro de John Harkes, o zagueiro Andrés Escobar, o "Cavalheiro do Futebol", desviou a bola para a própria meta. O Rose Bowl explodiu, um grito de incredulidade para uns, de pura euforia para outros. O autogol abriu o placar para os anfitriões.
No segundo tempo, a Colômbia tentou reagir, mas foi Earnie Stewart quem ampliou para os EUA aos 52 minutos, após uma jogada rápida. O desespero se abateu sobre os sul-americanos. Adolfo Valencia ainda descontou nos acréscimos, mas era tarde demais. O placar de 2 a 1 sacramentou uma das maiores zebras daquela Copa, eliminando precocemente os "cafeteros". O resultado reverberaria muito além dos gramados, marcando para sempre a história do futebol e a tragédia pessoal de um atleta.
A atmosfera era eletrizante, mas a tensão pairava sobre os colombianos, carregados pelas expectativas de uma nação e, tristemente, por pressões externas sombrias. O jogo era um confronto de estilos, a organização americana de Tony Meola e Alexi Lalas contra a plasticidade e o toque refinado sul-americano.
Aos 35 minutos do primeiro tempo, o destino interveio de forma cruel. Em uma tentativa desesperada de cortar um cruzamento rasteiro de John Harkes, o zagueiro Andrés Escobar, o "Cavalheiro do Futebol", desviou a bola para a própria meta. O Rose Bowl explodiu, um grito de incredulidade para uns, de pura euforia para outros. O autogol abriu o placar para os anfitriões.
No segundo tempo, a Colômbia tentou reagir, mas foi Earnie Stewart quem ampliou para os EUA aos 52 minutos, após uma jogada rápida. O desespero se abateu sobre os sul-americanos. Adolfo Valencia ainda descontou nos acréscimos, mas era tarde demais. O placar de 2 a 1 sacramentou uma das maiores zebras daquela Copa, eliminando precocemente os "cafeteros". O resultado reverberaria muito além dos gramados, marcando para sempre a história do futebol e a tragédia pessoal de um atleta.
Gols
35'
Escobar Contra
52'
Stewart
90'
Valencia
Escalações
Estados Unidos
Titulares
-
Sorber
MEI
-
Bora Milutinovic
TEC
-
Balboa
DEF
-
Caligiuri
DEF
-
Harkes
MEI
-
Dooley
MEI
-
Wynalda
ATA
-
Stewart
ATA
-
Ramos
MEI
-
Meola
GOL
-
Lalas
DEF
-
Clavijo
DEF
Reservas
-
Jones
MEI
-
Wegerle
ATA
Colômbia
Titulares
-
Gaviria
MEI
-
Asprilla
ATA
-
Perez
DEF
-
Francisco Maturana
TEC
-
Perea
DEF
-
Herrera
DEF
-
Leonel Alvarez
MEI
-
Valderrama
MEI
-
Escobar
DEF
-
Rincón
MEI
-
Cordoba
GOL
-
De Avila
MEC
Reservas
-
Valencia
ATA
-
Valenciano
ATA
Arbitragem
Árbitro
Fábio Baldas