Sobre a Partida
Na ensolarada tarde de 28 de junho de 1994, no Giants Stadium, em Nova Jersey, o mundo do futebol testemunhou um embate tático que entraria para a história da Copa do Mundo, não por sua beleza, mas por sua tensão e suas drásticas consequências. Irlanda e Noruega, em um Grupo E onde todas as quatro equipes tinham 4 pontos e saldo de gols zerado antes do apito inicial, jogavam por uma vaga nas oitavas de final.
Com a atmosfera elétrica, as duas seleções entraram em campo cientes de que cada gol (ou sua ausência) definiria seus destinos. A Noruega, com Jan Åge Fjørtoft buscando o gol salvador, tentava perfurar a sólida defesa irlandesa, comandada pelo lendário Paul McGrath, uma muralha. Do lado esmeralda, Roy Keane travava batalhas implacáveis no meio-campo, enquanto John Aldridge e Ray Houghton buscavam oportunidades, mas esbarravam na igualmente organizada zaga nórdica, liderada por Rune Bratseth.
Foi um jogo de xadrez, físico e com poucas chances claras. O 0 a 0 final, apesar de anêmico, foi carregado de um drama silencioso. Ambas as equipes aguardavam o desfecho do outro jogo. No fim, a Irlanda celebrou, classificando-se para a fase eliminatória pela quantidade de gols marcados no grupo (apenas dois, mas o suficiente). A Noruega, que marcou apenas um gol em toda a fase de grupos, foi cruelmente eliminada, mostrando que no futebol, às vezes, não perder não é o suficiente. Uma partida que, apesar da falta de gols, foi um thriller estratégico.
Com a atmosfera elétrica, as duas seleções entraram em campo cientes de que cada gol (ou sua ausência) definiria seus destinos. A Noruega, com Jan Åge Fjørtoft buscando o gol salvador, tentava perfurar a sólida defesa irlandesa, comandada pelo lendário Paul McGrath, uma muralha. Do lado esmeralda, Roy Keane travava batalhas implacáveis no meio-campo, enquanto John Aldridge e Ray Houghton buscavam oportunidades, mas esbarravam na igualmente organizada zaga nórdica, liderada por Rune Bratseth.
Foi um jogo de xadrez, físico e com poucas chances claras. O 0 a 0 final, apesar de anêmico, foi carregado de um drama silencioso. Ambas as equipes aguardavam o desfecho do outro jogo. No fim, a Irlanda celebrou, classificando-se para a fase eliminatória pela quantidade de gols marcados no grupo (apenas dois, mas o suficiente). A Noruega, que marcou apenas um gol em toda a fase de grupos, foi cruelmente eliminada, mostrando que no futebol, às vezes, não perder não é o suficiente. Uma partida que, apesar da falta de gols, foi um thriller estratégico.
Escalações
Irlanda
Titulares
-
Kelly
DEF
-
Babb
DEF
-
Mc Grath
DEF
-
Keane
MEI
-
Townsend
MEI
-
Houghton
MEI
-
Sheridan
MEI
-
Staunton
DEF
-
Aldridge
ATA
-
Mc Ateer
MEI
-
Bonner
GOL
-
Charlton
TEC
Reservas
-
Kelly
ATA
-
Whelan
DEF
Noruega
Titulares
-
Leonhardsen
MEI
-
Mykland
MEI
-
Halle
DEF
-
Jostein Flo
MEI
-
Bratseth
DEF
-
Thorstvedt
GOL
-
Rekdal
MEI
-
Egil Olsen
TEC
-
Bjornebye
DEF
-
Johnsen
DEF
-
Berg
DEF
-
Sorloth
DEF
Reservas
-
Bohinen
MEI
-
Jakobsen
ATA
Arbitragem
Árbitro
José Torres Cadena