Sobre a Partida
13 de julho de 1994. O Rose Bowl, em Pasadena, era o palco de uma semifinal de tirar o fôlego. Brasil e Suécia, que já haviam empatado na fase de grupos, se reencontravam em um embate decisivo. A Seleção Canarinho, ávida por quebrar um jejum de 24 anos e conquistar o tão sonhado tetracampeonato, enfrentava a sólida muralha sueca, liderada pelo gigante Kennet Andersson e pela segurança do goleiro Ravelli.
O jogo era um nó tático. A Suécia se defendia com bravura, frustrando as investidas de Bebeto, Dunga e do "Baixinho" Romário. A tensão era palpável, e a cada minuto que passava, o temor do tempo extra pairava no ar. O destino, porém, guardava um drama crucial. Aos 63 minutos, Jonas Thern, da Suécia, foi expulso, deixando os nórdicos com um a menos. Mesmo assim, a defesa sueca resistia, parecendo inquebrável.
Mas o Brasil tinha Romário. Aos 80 minutos, em um momento de pura genialidade, Branco alçou uma bola com precisão cirúrgica na área. O Baixinho, com seus 1,69m, subiu mais alto que os defensores suecos e testou de cabeça, com força e colocação impecáveis, no canto esquerdo de Ravelli. O grito de gol ecoou por Pasadena, um alívio imenso. O 1 a 0 garantia a passagem para a grande final, um passo monumental rumo à glória máxima.
O jogo era um nó tático. A Suécia se defendia com bravura, frustrando as investidas de Bebeto, Dunga e do "Baixinho" Romário. A tensão era palpável, e a cada minuto que passava, o temor do tempo extra pairava no ar. O destino, porém, guardava um drama crucial. Aos 63 minutos, Jonas Thern, da Suécia, foi expulso, deixando os nórdicos com um a menos. Mesmo assim, a defesa sueca resistia, parecendo inquebrável.
Mas o Brasil tinha Romário. Aos 80 minutos, em um momento de pura genialidade, Branco alçou uma bola com precisão cirúrgica na área. O Baixinho, com seus 1,69m, subiu mais alto que os defensores suecos e testou de cabeça, com força e colocação impecáveis, no canto esquerdo de Ravelli. O grito de gol ecoou por Pasadena, um alívio imenso. O 1 a 0 garantia a passagem para a grande final, um passo monumental rumo à glória máxima.
Gols
80'
Romário
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Jorginho
LAD
-
Zinho
MEC
-
Márcio Santos
DEF
-
Mauro Silva
VOL
-
Dunga
VOL
-
Aldair
DEF
-
Bebeto
ATA
-
Mazinho
VOL
-
Branco
LAE
-
Taffarel
GOL
-
Romário
ATA
Reservas
-
Raí
MEC
-
Cafu
LAD
Suécia
Titulares
-
Dahlin
ATA
-
Kennet Andersson
ATA
-
Ingesson
MEI
-
Mild
MEI
-
Thern
MEI
-
Brolin
MEI
-
Andersson
DEF
-
Bjorklund
DEF
-
Ljung
DEF
-
Nilsson
DEF
-
Ravelli
GOL
-
Svensson
TEC
Reservas
-
Rehn
MEI
Arbitragem
Árbitro
José Joaquim Torres Cadena
Árbitro
José Joaquim Torres Cadena