Sobre a Partida
No caldeirão do Stade de France, em 27 de junho de 1998, a Azzurra enfrentou a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Era um duelo de estilos: a técnica e tradição italiana contra a força física e a disciplina tática imposta pelo "Drillo" Olsen. A Itália, com estrelas como Paolo Maldini, Alessandro Nesta e o ataque promissor de Christian Vieri ao lado de craques como Del Piero e Baggio, buscava sua redenção após frustrações recentes. A Noruega, que surpreendera o Brasil na fase de grupos, contava com a imposição de Tore André Flo e a organização tática para tentar mais uma zebra.
O jogo começou tenso, mas a Itália não demorou a mostrar suas intenções. Aos 18 minutos, Christian Vieri, em uma arrancada imparável e um lance de pura astúcia, recebeu a bola, driblou o goleiro Myhre com frieza e tocou para o fundo das redes, incendiando a torcida italiana. O gol trouxe alívio e consolidou a vantagem inicial. A partir daí, a máquina defensiva italiana, comandada por Cesare Maldini, se impôs. Paolo Maldini, Nesta e Cannavaro ergueram um muro intransponível. A Noruega tentou, com bolas alçadas e a presença física de seus atacantes, mas esbarrou na solidez da Azzurra e nas defesas seguras de Gianluca Pagliuca. Lances de perigo foram raros para os nórdicos.
O placar mínimo persistiu até o apito final, refletindo uma vitória suada e estratégica. A Itália, sem brilhar intensamente, garantiu sua passagem às quartas de final, mostrando que a solidez defensiva ainda era sua maior arma em busca do tão sonhado tetra, afastando mais um adversário que ousava desafiar sua supremacia no futebol mundial.
O jogo começou tenso, mas a Itália não demorou a mostrar suas intenções. Aos 18 minutos, Christian Vieri, em uma arrancada imparável e um lance de pura astúcia, recebeu a bola, driblou o goleiro Myhre com frieza e tocou para o fundo das redes, incendiando a torcida italiana. O gol trouxe alívio e consolidou a vantagem inicial. A partir daí, a máquina defensiva italiana, comandada por Cesare Maldini, se impôs. Paolo Maldini, Nesta e Cannavaro ergueram um muro intransponível. A Noruega tentou, com bolas alçadas e a presença física de seus atacantes, mas esbarrou na solidez da Azzurra e nas defesas seguras de Gianluca Pagliuca. Lances de perigo foram raros para os nórdicos.
O placar mínimo persistiu até o apito final, refletindo uma vitória suada e estratégica. A Itália, sem brilhar intensamente, garantiu sua passagem às quartas de final, mostrando que a solidez defensiva ainda era sua maior arma em busca do tão sonhado tetra, afastando mais um adversário que ousava desafiar sua supremacia no futebol mundial.
Gols
17'
Vieri
Escalações
Itália
Titulares
-
Maldini
TEC
-
Baggio
ATA
-
Albertini
MEI
-
Moriero
MEI
-
Di Biagio
MEI
-
Cannavaro
ZAD
-
Bergomi
DEF
-
Costacurta
DEF
-
Maldini
DEF
-
Vieri
ATA
-
Del Piero
ATA
-
Pagliuca
GOL
Reservas
-
Di Livio
MEI
-
Pessotto
DEF
-
Chiesa
ATA
Noruega
Titulares
-
Rekdal
MEI
-
Mykland
MEI
-
Eggen
ATA
-
Tore Andre Flo
ATA
-
Havard Flo
ATA
-
Leonhardsen
MEI
-
Riseth
MEI
-
Berg
DEF
-
Johnsen
DEF
-
Bjornebye
DEF
-
Grodas
GOL
-
Egil Olsen
TEC
Reservas
-
Strand
DEF
-
Solskjaer
ATA
Arbitragem
Árbitro
Bernd Heynemann
Árbitro
Bernd Heynemann