Sobre a Partida
Na noite de 3 de julho de 1998, o Stade de France, em Saint-Denis, transformou-se num caldeirão de nervos e expectativa. Era o embate das quartas de final da Copa do Mundo: a anfitriã França, embalada por uma geração dourada, enfrentava a tetracampeã Itália, sua eterna rival no futebol europeu. De um lado, a genialidade de Zinedine Zidane e a liderança de Didier Deschamps; do outro, a classe de Roberto Baggio, a força de Christian Vieri e a muralha defensiva de Paolo Maldini e Alessandro Nesta.
O jogo foi um verdadeiro tabuleiro de xadrez tático, uma batalha épica onde cada metro de campo era disputado com ferocidade. A França, empurrada por sua torcida, tentava furar o bloqueio italiano, com Youri Djorkaeff e Thierry Henry buscando espaços, mas a Azzurra, fiel à sua tradição, defendia-se com maestria. Lances de tirar o fôlego pontuaram a partida: um chute perigoso de Zidane que passou rente à trave, um cabeceio agônico de Baggio na prorrogação que quase calou o Stade de France, raspando a trave de Barthez.
Apesar das chances esporádicas e da intensidade palpável, as redes não balançaram. Os noventa minutos regulamentares foram de um 0 a 0 teimoso, e a prorrogação seguiu o mesmo roteiro dramático. O cansaço físico e mental era evidente, mas a garra prevalecia. Ao apito final, o placar imaculado de 0 a 0 anunciava o desfecho mais cruel do futebol: a decisão por pênaltis. Uma noite que testou os limites da paixão e da resistência, deixando a emoção em suspense até o último instante.
O jogo foi um verdadeiro tabuleiro de xadrez tático, uma batalha épica onde cada metro de campo era disputado com ferocidade. A França, empurrada por sua torcida, tentava furar o bloqueio italiano, com Youri Djorkaeff e Thierry Henry buscando espaços, mas a Azzurra, fiel à sua tradição, defendia-se com maestria. Lances de tirar o fôlego pontuaram a partida: um chute perigoso de Zidane que passou rente à trave, um cabeceio agônico de Baggio na prorrogação que quase calou o Stade de France, raspando a trave de Barthez.
Apesar das chances esporádicas e da intensidade palpável, as redes não balançaram. Os noventa minutos regulamentares foram de um 0 a 0 teimoso, e a prorrogação seguiu o mesmo roteiro dramático. O cansaço físico e mental era evidente, mas a garra prevalecia. Ao apito final, o placar imaculado de 0 a 0 anunciava o desfecho mais cruel do futebol: a decisão por pênaltis. Uma noite que testou os limites da paixão e da resistência, deixando a emoção em suspense até o último instante.
Escalações
França
Titulares
-
Aime Jacquet
TEC
-
Laurent Blanc
ZAE
-
Leboeuf
DEF
-
Desailly
DEF
-
Lizarazu
DEF
-
Thuram
DEF
-
Djorkaeff
MEI
-
Karembeu
MEI
-
Zinedine Zidane
MEC
-
Didier Deschamps
VOL
-
Guivarch
ATA
-
Barthez
GOL
Reservas
-
Trezeguet
ATA
-
Henry
ATA
Itália
Titulares
-
Maldini
TEC
-
Baggio
MEI
-
Maldini
DEF
-
Vieri
ATA
-
Del Piero
ATA
-
Pagliuca
GOL
-
Costacurta
DEF
-
Bergomi
DEF
-
Cannavaro
ZAD
-
Di Biagio
MEI
-
Moriero
MEI
-
Pessotto
DEF
Reservas
-
Albertini
MEI
-
Di Livio
MEI
-
Baggio
ATA
Arbitragem
Árbitro
Hugh Dallas
Árbitro
Hugh Dallas